FHC vai defender opositores venezuelanos

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso irá atuar em defesa de Leopoldo López e Antonio Ledezma, líderes opositores ao governo de Nicolas Maduro, na Venezuela; convite para integrar um grupo formado por diversos políticos para atuar na defesa dos opositores de Maduro foi feito por meio de um telefonema do ex-premiê espanhol Felipe González; "Já passou da hora de as vozes democráticas e especialmente os governos democráticos da América Latina protestarem contra os abusos praticados pelo governo da Venezuela", disse FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso irá atuar em defesa de Leopoldo López e Antonio Ledezma, líderes opositores ao governo de Nicolas Maduro, na Venezuela; convite para integrar um grupo formado por diversos políticos para atuar na defesa dos opositores de Maduro foi feito por meio de um telefonema do ex-premiê espanhol Felipe González; "Já passou da hora de as vozes democráticas e especialmente os governos democráticos da América Latina protestarem contra os abusos praticados pelo governo da Venezuela", disse FHC
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso irá atuar em defesa de Leopoldo López e Antonio Ledezma, líderes opositores ao governo de Nicolas Maduro, na Venezuela; convite para integrar um grupo formado por diversos políticos para atuar na defesa dos opositores de Maduro foi feito por meio de um telefonema do ex-premiê espanhol Felipe González; "Já passou da hora de as vozes democráticas e especialmente os governos democráticos da América Latina protestarem contra os abusos praticados pelo governo da Venezuela", disse FHC (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso irá atuar na defesa de Leopoldo López e Antonio Ledezma, líderes opositores ao governo de Nicolas Maduro, na Venezuela. O convite a FHC para integrar um grupo formado por diversos políticos para atuar na defesa dos opositores de Maduro foi feito por meio de um telefonema do ex-premiê espanhol Felipe González.

Além de FHC, o ex-presidente chileno Ricardo Lagos também foi chamado para integrar o grupo. Por meio de nota, FHC já havia deixado claro o apoio à iniciativa que foi lançada na última segunda-feira (23).

"Já passou da hora de as vozes democráticas e especialmente os governos democráticos da América Latina protestarem contra os abusos praticados pelo governo da Venezuela", pontuou.

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A decisão de González foi noticiada pelo jornal espanhol "El País" na segunda (23). Leopoldo López foi preso há cerca de um ano e Ledezma está detido desde fevereiro.

 

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