Feridos em protesto contra Reforma da Previdência na Argentina sobem para 162
A intensificação dos protestos contra a reforma da Previdência de Maurício Macri, na Argentina, deixou ainda mais feridos; o número de atingidos nos confrontos entre a polícia e os manifestantes na capital, Buenos Aires, aumentou para 162; de acordo com as forças policiais, 81 pessoas foram detidas
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Da Sputnik Brasil
O número de feridos nos confrontos entre a polícia e os manifestantes nos protestos contra a reforma da Previdência na capital da Argentina, Buenos Aires, aumentou para 162.
De acordo com a mídia local, 162 pessoas receberam assistência médica, entre eles estão mais de 80 agentes de segurança argentinos. De acordo com as forças policiais, 81 pessoas foram detidas.
As forças policiais argentinas usaram balas de borracha e gás de pimenta para dispersar a manifestação. Os manifestantes, por sua vez, jogaram garrafas e pedras contra os policiais.
Foi realizada nesta segunda-feira (18) no Congresso da Argentina uma sessão para discutir a polêmica reforma da Previdência no país. Convocados por movimentos sociais e centrais sindicais, os manifestantes pediram a suspensão da sessão.
O governo do presidente argentino, Mauricio Macri, alega que a adoção da reforma da Previdência servirá para reduzir o déficit do governo. Os oposicionistas e manifestantes afirmam que a adoção do projeto resultará em cortes nos pagamentos de pensões. Agora, o projeto de lei sobre a reforma está em consideração na Câmara dos Deputados do Congresso do país.
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