Farc e governo da Colômbia assinam acordo de paz

Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Timochenko, assinarão nesta segunda-feira (26) um acordo que terminará com um confronto de meio século que matou mais de 250 mil pessoas, prejudicou a economia do país e tornou a Colômbia sinônimo de violência; acordo para terminar o conflito mais longo da América Latina irá transformar as Farc em um partido político

Membros das Farc durante cerimônia na Colômbia. 23/09/2016 REUTERS /John Vizcaino
Membros das Farc durante cerimônia na Colômbia. 23/09/2016 REUTERS /John Vizcaino (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Timochenko, irão assinar nesta segunda-feira um acordo que terminará com um confronto de meio século que matou mais de 250 mil pessoas, prejudicou a economia do país e tornou a Colômbia sinônimo de violência.

Após quatro anos de negociações em Havana, Santos, de 65 anos, e Timochenko, nome de guerra do líder revolucionário de 57 anos, irão apertar as mãos pela primeira vez em solo colombiano ao lado de diversos líderes mundiais.

O acordo para terminar com o conflito mais longo da América Latina irá transformar as Farc em um partido político.

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Cerca de 2.500 pessoas irão participar da cerimônia na cidade de Cartagena, onde grandes cartazes pedem que o povo colombiano aceite o plano de paz.

"Não posso acreditar que este dia finalmente chegou, a paz está chegando à Colômbia", disse o vendedor Juan Gamarra, de 43 anos.

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Entre os convidados, estão o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, o presidente de Cuba, Raúl Castro, e o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, além de vítimas do conflito.

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