Farc e governo da Colômbia assinam acordo de paz
Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Timochenko, assinarão nesta segunda-feira (26) um acordo que terminará com um confronto de meio século que matou mais de 250 mil pessoas, prejudicou a economia do país e tornou a Colômbia sinônimo de violência; acordo para terminar o conflito mais longo da América Latina irá transformar as Farc em um partido político
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Reuters - O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Timochenko, irão assinar nesta segunda-feira um acordo que terminará com um confronto de meio século que matou mais de 250 mil pessoas, prejudicou a economia do país e tornou a Colômbia sinônimo de violência.
Após quatro anos de negociações em Havana, Santos, de 65 anos, e Timochenko, nome de guerra do líder revolucionário de 57 anos, irão apertar as mãos pela primeira vez em solo colombiano ao lado de diversos líderes mundiais.
O acordo para terminar com o conflito mais longo da América Latina irá transformar as Farc em um partido político.
Cerca de 2.500 pessoas irão participar da cerimônia na cidade de Cartagena, onde grandes cartazes pedem que o povo colombiano aceite o plano de paz.
"Não posso acreditar que este dia finalmente chegou, a paz está chegando à Colômbia", disse o vendedor Juan Gamarra, de 43 anos.
Entre os convidados, estão o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, o presidente de Cuba, Raúl Castro, e o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, além de vítimas do conflito.
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