'Falsa': Kremlin rebate carta dos EUA dizendo que Rússia teria lista de ucranianos a serem mortos

EUA enviaram carta à ONU afirmando que a Rússia tem uma lista de alvos ucranianos para matar. O governo russo disse se tratar de "ficção absoluta"

O presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Genebra, na Suíça
O presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Genebra, na Suíça (Foto: Denis Balibouse/Reuters)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Sputnik - Nesta segunda-feira (21), os EUA enviaram uma carta às Nações Unidas dizendo que Moscou preparou uma lista de ucranianos que devem ser assassinados ou capturados em caso de uma invasão ao território ucraniano.

>>> À ONU, EUA acusam Rússia de ter lista de ucranianos a serem 'mortos ou enviados a campos de detenção'

continua após o anúncio

A carta, assinada pela embaixadora norte-americana na ONU em Genebra, Bathsheba Nell Crocker e enviada à alta comissária para os Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, destaca que a Rússia compilou uma chamada "lista de alvos" de ucranianos a serem "mortos ou enviados para campos" no caso de uma "incursão".

"Também temos informação confiável de que as forças russas usariam medidas letais para dispersar protestos pacíficos ou de alguma forma contra-atacar o exercício pacífico da resistência de populações civis", diz o documento.

continua após o anúncio

Moscou rebateu hoje (21) as acusações estadunidenses, através do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, o qual alegou que as informações são falsas.

"Isso é mentira. Isso é ficção absoluta, não existe tal lista, é falsa", disse Peskov a repórteres.

continua após o anúncio

Moscou já negou diversas vezes que tenha a intenção de atacar a Ucrânia, mas observa suas linhas vermelhas serem ultrapassadas através da expansão da OTAN para o leste e da campanha norte-americana de que há uma "iminente" invasão para acontecer.

 Apesar de ter deixado de usar a palavra "iminente" no começo do mês para caracterizar a suposta invasão russa, a Casa Branca continua a impulsionar propagandas de que uma ocupação estaria para acontecer, além de não levar em consideração os pedidos de garantia de segurança russos a sério.

continua após o anúncio

Diante da forte crise, ontem (20), o presidente da França, Emmanuel Macron, conversou por telefone com o líder russo, Vladimir Putim, por 105 minutos e ficou acordado a criação de uma cúpula em Paris com a presença do presidente dos EUA, Joe Biden, para discutir a situação da Ucrânia.

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247