Extremistas planejam ataque químico na Síria para acusar exército nacional
Grupos armados de oposição ao governo sírio da província de Idlib, no norte da Síria, planejam realizar ou encenar um ataque com gás sarin e cloro para posteriormente acusar o exército do país
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247 - Os extremistas da chamada Junta para Libertação do Levante - inscrito na lista internacional de terrorismo - juntamente com especialistas franceses, belgas e marroquinos, fizeram modificações em foguetes feitos localmente e adicionaram ogivas com cloro e gases sarin, relataram as fontes.
O processo de modificação, conforme detalhado, foi realizado em uma das sedes terroristas perto da cidade de Idlib e durou cerca de duas semana, informa a Prensa Latina.
Os oito foguetes recondicionados foram transportados por meio de duas ambulâncias dos chamados Capacetes Brancos para o planalto de Jabal Al-Zawiya e o município de Jesser al-Shughur, no sul e sudoeste de Idlib, e para a área de planície de Al-Ghab no norte da Província de Hama, disseram os ativistas.
Esses mísseis foram entregues aos radicais do chamado Partido Islâmico do Turquestão e da Junta para a Libertação do Levante, antes conhecida como Frente al Nousra.
Os foguetes modificados provavelmente seriam usados pelas organizações terroristas que os receberam para posteriormente acusar o Exército Árabe Sírio de usar armas proibidas internacionalmente, observaram.
A Síria rejeitou reiteradamente os relatórios da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) que acusava as autoridades de Damasco de usar esse tipo de arma e garantiu que terroristas realizam ataques para culpar o Estado, por ordem de seus operadores externos.
O governo sírio também denunciou que essas ações são administradas e apoiadas pelos Estados Unidos, alguns governos aliados ocidentais e os serviços de inteligência turcos, que não só oferecem aconselhamento, mas também cobertura política e da mídia.
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