Extrema direita para de crescer na Alemanha com Merkel mais forte

Chanceler da Alemanha, Angela Merkel testemunha um novo tipo de união trinta anos depois de Helmut Kohl assinar a reunificação do país: a de eleitores que rejeitam o populismo da extrema direita e se inclinam para o centro

Plataformas de mídia social precisam assumir responsabilidade sobre conteúdo, diz Merkel
Plataformas de mídia social precisam assumir responsabilidade sobre conteúdo, diz Merkel (Foto: Reuters)


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247 – Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel testemunha um novo tipo de união, que acontece trinta anos depois de Helmut Kohl assinar a reunificação do país: a de eleitores que rejeitam o populismo da extrema direita e se inclinam para o centro, onde está situada a União Democrata Cristã (CDU), partido de Merkel. A reportagem é do jornal O Globo.

Merkel já conta com quase 15 anos à frente da maior economia da Europa e passou o último terço dos quatro mandatos enfrentando críticas por ter dado abrigo a mais de um milhão de refugiados no país em 2015, do Oriente Médio e África. No entanto, de acordo com pesquisadores, o que parecia um pesadelo se transformou em benefício político, acrescenta a reportagem. 

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