A extradição do chefe do tráfico de drogas mais procurado do México para os Estados Unidos vai levar "no mínimo um ano" para avançar, disse nesta segunda-feira um funcionário da Procuradoria-Geral do México
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Atualizado em 3 de July de 2018, 11:01
Joaquín "El Chapo" Guzmán levado por soldados durante apresentação em hangar da Procuradoria-Geral do México na Cidade do México. 08/01/2016 REUTERS/Edgard Garrido (Foto: Leonardo Attuch)
CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - A extradição do chefe do tráfico de drogas mais procurado do México para os Estados Unidos vai levar "no mínimo um ano" para avançar, disse nesta segunda-feira um funcionário da Procuradoria-Geral do México.
Joaquín "El Chapo" Guzmán, chefe do cartel de Sinaloa, foi preso no noroeste do México na sexta-feira, após meses de perseguição.
O México costuma extraditar líderes do tráfico, mas o governo do presidente Enrique Peña Nieto resistiu a entregar Guzmán após sua prisão em fevereiro de 2014, como uma questão de orgulho nacional.
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Tal postura mudou depois que "El Chapo" fugiu de uma prisão de segurança máxima em julho –pela segunda vez–, escapando através de um túnel de mais de um quilômetro a partir de sua cela.
Guzmán foi levado de volta para o mesmo presídio no fim de semana, mas para evitar um repetição da mesma humilhação o governo do México disse que pretende entregá-lo à Justiça dos EUA o mais rápido possível. Os advogados do traficante tentam bloquear a extradição.
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