Exercícios de bombardeiros dos EUA irritam Coreia do Norte antes de visita de Trump à Ásia

Dois bombardeiros estratégicos dos Estados Unidos realizaram exercícios sobre a Coreia do Sul, informou a Força Aérea dos EUA, aumentando a tensão com a Coreia do Norte poucos dias antes de o presidente norte-americano, Donald Trump, visitar a região com a meta de acabar com o programa nuclear de Pyongyang

Montagem com fotos do líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump REUTERS/KCNA Divulgação via REUTERS & REUTERS/Lucas Jackson
Montagem com fotos do líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump REUTERS/KCNA Divulgação via REUTERS & REUTERS/Lucas Jackson (Foto: Giuliana Miranda)


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Da Reuters

Dois bombardeiros estratégicos dos Estados Unidos realizaram exercícios sobre a Coreia do Sul, informou a Força Aérea dos EUA, aumentando a tensão com a Coreia do Norte poucos dias antes de o presidente norte-americano, Donald Trump, visitar a região com a meta de acabar com o programa nuclear de Pyongyang.

A notícia sobre as manobras de quinta-feira foi dada nesta sexta-feira primeiramente pela agência de notícias estatal norte-coreana KCNA, que disse que os exercícios envolvendo caças sul-coreanos e japoneses foram “um exercício de ataque nuclear surpresa”.

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“A realidade mostra claramente que os imperialistas dos EUA, semelhantes a gângsteres, são aqueles que estão agravando a situação na Península Coreana e tentando desencadear uma guerra nuclear”, disse a KCNA.

Trump chega à Ásia no domingo, iniciando sua primeira viagem pela região com um encontro com o presidente no Japão e seguindo depois para Coreia do Sul, China, Vietnã e Filipinas.

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Uma série de testes de mísseis de Pyongyang e seu sexto e maior teste nuclear, realizados em desafio ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), têm sido o maior desafio internacional da Presidência de Trump.

A China, pressionada pelos EUA para conter sua aliada, enfatizou nesta sexta-feira que vem aplicando resoluções da ONU e reiterou sua oposição ao uso da força.

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“No longo prazo, a China vem fazendo esforços incansáveis para resolver apropriadamente a questão nuclear da península e estimular o diálogo e a negociação entre todas as partes”, disse o vice-ministro das Relações Exteriores chinês, Zheng Zeguang, aos repórteres em um boletim em Pequim.

“Pode-se dizer que fizemos nosso maior esforço”.

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O objetivo da visita de Trump será aumentar o apoio internacional aos esforços para privar a Coreia do Norte de recursos como trunfo para coagi-la a desistir de ter armas nucleares, disseram autoridades dos EUA.

“O presidente reconhece que estamos ficando sem tempo (para lidar com a Coreia do Norte) e pedirá a todas as nações que façam mais”, disse o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, H.R. McMaster, aos repórteres em Washington.

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McMaster disse que Trump, que já aprovou uma variedade de sanções contra Pyongyang ao mesmo tempo em que pressiona a China a agir mais, está iniciando sua iniciativa para levar os norte-coreanos a abrirem mão de armas nucleares – ele alertou que irá “destruir totalmente” a Coreia do Norte se esta ameaçar seu país.

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