Executivo acusa Maduro de receber US$ 35 milhões da Odebrecht

Em vídeo vazado pela procuradora-geral afastada da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, o presidente da Odebrecht/Venezuela, Euzenando Acevedo, disse que ter recebido um pedido de US$ 50 milhões por parte do presidente Nicolás Maduro para financiamento de sua campanha, mas acabou fechando a contribuição em US$ 35 milhões; "Eu fui procurado por um dos representantes do sr. Nicolás Maduro, um sr. chamado Américo Mata", disse Azevedo; "Ele pediu um valor grande para a época", admitiu. "Tínhamos uma operação muito grande na Venezuela", disse. O brasileiro indica que Mata chegou a pedir US$ 50 milhões. "Eu aceitei dar US$ 35 milhões", afirmou; assista 

Em vídeo vazado pela procuradora-geral afastada da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, o presidente da Odebrecht/Venezuela, Euzenando Acevedo, disse que ter recebido um pedido de US$ 50 milhões por parte do presidente Nicolás Maduro para financiamento de sua campanha, mas acabou fechando a contribuição em US$ 35 milhões; "Eu fui procurado por um dos representantes do sr. Nicolás Maduro, um sr. chamado Américo Mata", disse Azevedo; "Ele pediu um valor grande para a época", admitiu. "Tínhamos uma operação muito grande na Venezuela", disse. O brasileiro indica que Mata chegou a pedir US$ 50 milhões. "Eu aceitei dar US$ 35 milhões", afirmou; assista 
Em vídeo vazado pela procuradora-geral afastada da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, o presidente da Odebrecht/Venezuela, Euzenando Acevedo, disse que ter recebido um pedido de US$ 50 milhões por parte do presidente Nicolás Maduro para financiamento de sua campanha, mas acabou fechando a contribuição em US$ 35 milhões; "Eu fui procurado por um dos representantes do sr. Nicolás Maduro, um sr. chamado Américo Mata", disse Azevedo; "Ele pediu um valor grande para a época", admitiu. "Tínhamos uma operação muito grande na Venezuela", disse. O brasileiro indica que Mata chegou a pedir US$ 50 milhões. "Eu aceitei dar US$ 35 milhões", afirmou; assista  (Foto: Aquiles Lins)


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247 - Em vídeo vazado pela procuradora-geral afastada da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, o presidente da Odebrecht/Venezuela, Euzenando Acevedo, disse que ter recebido um pedido de US$ 50 milhões por parte do presidente Nicolás Maduro para financiamento de sua campanha, mas acabou fechando a contribuição em US$ 35 milhões.

O trecho se refere às declarações que o executivo brasileiro prestou na sede do Ministério Público Federal, no Estado de Sergipe, no dia 15 de dezembro de 2016.

"Eu fui procurado por um dos representantes do sr. Nicolás Maduro, um sr. chamado Américo Mata", disse Azevedo. Segundo o executivo, Mata havia sido o presidente do Instituto do Desenvolvimento Rural Venezuelano. "Eu já o conhecia porque circulava no governo e quando o presidente Chávez estava doente, o vice-presidente (Maduro) ia visitar nossas obras e sempre ia acompanhado do sr. Mata", disse o brasileiro.

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"Ele pediu um valor grande para a época", admitiu. "Tínhamos uma operação muito grande na Venezuela", disse. O brasileiro indica que Mata chegou a pedir US$ 50 milhões. "Eu aceitei dar US$ 35 milhões", afirmou.

"Américo me garantiu que se o presidente Maduro ganhasse, continuaria colocando as obras da Odebrecht como prioritárias, até para dar imagem de continuidade de Chávez", disse. "Nós negociamos e eu aceitei pagar. Foram liberados esses recursos para ele, durante a campanha", completou.

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