Ex-presidente Uribe defende seu governo de acusações em caso Odebrecht

O ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe defendeu seu governo de envolvimento no escândalo da Odebrecht após o ex-vice-ministro de Transporte Gabriel García Morales ter sido formalmente acusado de receber propina da construtora brasileira; neste domingo, em carta enviada ao diretor do jornal "El Espectador", Fidel Cano, e que também publicou no Twitter, Uribe disse que García Morales, acusado de celebração indevida de contratos e enriquecimento ilícito, traiu sua confiança

In this photo taken Aug. 26, 2011, former President Alvaro Uribe speaks during a conference about terrorism at the Nueva Granada military university in Bogota, Colombia. Presidents typically step out of the limelight when their terms end to give their suc
In this photo taken Aug. 26, 2011, former President Alvaro Uribe speaks during a conference about terrorism at the Nueva Granada military university in Bogota, Colombia. Presidents typically step out of the limelight when their terms end to give their suc (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - O ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe defendeu seu governo de envolvimento no escândalo da Odebrecht após o ex-vice-ministro de Transporte Gabriel García Morales ter sido formalmente acusado de receber propina da construtora brasileira. Neste domingo, em carta enviada ao diretor do jornal "El Espectador", Fidel Cano, e que também publicou no Twitter, Uribe disse que García Morales, acusado de celebração indevida de contratos e enriquecimento ilícito, traiu sua confiança.

As informações são da agência EFE:

"'García Morales traiu a confiança de meu governo, do ministro Andrés Uriel Galego, de todos aqueles que conheciam suas virtudes profissionais e acadêmicas, e da minha pessoa. Em minha longa vida pública, geri os recursos do Estado com transparência e austeridade', disse o ex-presidente na carta.

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O texto, explicou Uribe, foi escrito em resposta ao editorial de hoje do "El Espectador", com o título "O veneno da corrupção" e que cita o problema com a Odebrecht durante o governo do ex-presidente.

Segundo documentos divulgados em dezembro pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a Odebrecht pagou US$ 788 milhões em propinas em 12 países da América Latina e da África.

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Na última quinta-feira, García Morales foi preso acusado de ter recebido um pagamento de US$ 6,5 milhões para que a Odebrecht vencesse a licitação do trecho dois da Rota do Sol.

Na carta, Uribe reitera que confia que a Procuradoria-Geral irá encontrar todos os que foram subornados nos diferentes contratos com a Odebrecht. Além disso, disse querer saber o nome dos congressistas que envolveram dinheiro e se as campanhas do presidente do país, Juan Manuel Santos, tiveram financiamento da empresa."

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