Ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, diz ter escapado de perseguição política no Japão
Em pronunciamento após ser visto no Líbano, o executivo alegou não ter fugido da justiça, mas sim escapado da perseguição política de um sistema que negaria direitos humanos básicos, em desrespeito às obrigações legais do país
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247 - O ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, se pronunciou sobre sua saída do Japão, onde aguardava julgamento por suposta fraude financeira e estava sob fiança desde março, em condições que incluem entregar seu passaporte às autoridades.
O executivo alegou não ter fugido da justiça, mas sim escapado da perseguição política de um sistema que negaria direitos humanos básicos ao acusado, em desrespeito às obrigações legais do país.
"Desde sua prisão, em 19 de novembro de 2018 em Tóquio, seus advogados e sua família denunciaram as condições de detenção, o tratamento dado a ele e a maneira como a justiça japonesa realiza a acusação. Em novembro, Ghosn foi autorizado a falar por videoconferência com sua esposa Carole, pela primeira vez em quase oito meses", informou reportagem da Folha.
Ele foi visto no Líbano, onde aterrissou no aeroporto internacional Rafic al Hariri em um jato particular, segundo fontes internacionais. Nascido no Brasil, Ghosn tem nacionalidade libanesa e francesa.
O ex-presidente da Nissan é sócio de diversas empresas no Líbano, incluindo uma vinícola, e o governo libanês intercedeu em seu favor depois de sua detenção no ano passado.
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