Evangélicos querem que Brasil siga EUA e reconheça Jerusalém como capital de Israel

Lideranças evangélicas no Congresso Nacional querem que o Brasil siga o exemplo dos EUA e também reconheça Jerusalém como capital de Israel; "A comunidade evangélica aqui no Brasil vê com muitos bons olhos a atitude do governo Trump. É um movimento importante para que o Estado de Israel se firme, para que o povo judeu se firme, anunciando para o mundo que Jerusalém historicamente sempre foi a cidade santa dos judeus e do cristianismo", disse o deputado evangélico Jony Marcos (PRB-SE); parlamentares também querem que o Brasil pare de votar favoravelmente em resoluções da ONU que condenam ações de Israel em relação aos territórios palestinos; Itamaraty ainda não emitiu sequer uma nota sobre o assunto

Lideranças evangélicas no Congresso Nacional querem que o Brasil siga o exemplo dos EUA e também reconheça Jerusalém como capital de Israel; "A comunidade evangélica aqui no Brasil vê com muitos bons olhos a atitude do governo Trump. É um movimento importante para que o Estado de Israel se firme, para que o povo judeu se firme, anunciando para o mundo que Jerusalém historicamente sempre foi a cidade santa dos judeus e do cristianismo", disse o deputado evangélico Jony Marcos (PRB-SE); parlamentares também querem que o Brasil pare de votar favoravelmente em resoluções da ONU que condenam ações de Israel em relação aos territórios palestinos; Itamaraty ainda não emitiu sequer uma nota sobre o assunto
Lideranças evangélicas no Congresso Nacional querem que o Brasil siga o exemplo dos EUA e também reconheça Jerusalém como capital de Israel; "A comunidade evangélica aqui no Brasil vê com muitos bons olhos a atitude do governo Trump. É um movimento importante para que o Estado de Israel se firme, para que o povo judeu se firme, anunciando para o mundo que Jerusalém historicamente sempre foi a cidade santa dos judeus e do cristianismo", disse o deputado evangélico Jony Marcos (PRB-SE); parlamentares também querem que o Brasil pare de votar favoravelmente em resoluções da ONU que condenam ações de Israel em relação aos territórios palestinos; Itamaraty ainda não emitiu sequer uma nota sobre o assunto (Foto: Paulo Emílio)


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247 - Lideranças evangélicas no Congresso nacional querem que o Brasil siga o exemplo dos Estados Unidos e também reconheça Jerusalém como capital de Israel. "A comunidade evangélica aqui no Brasil vê com muitos bons olhos a atitude do governo Trump. É um movimento importante para que o Estado de Israel se firme, para que o povo judeu se firme, anunciando para o mundo que Jerusalém historicamente sempre foi a cidade santa dos judeus e do cristianismo", disse o deputado evangélico Jony Marcos (PRB-SE) em entrevista À BBC Brasil. Os parlamentares também querem que o Brasil pare de votar favoravelmente em resoluções da ONU que condenam atitudes de Israel em relação aos territórios ocupados na Palestina.

Jony Marcos é presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, um dos 95 grupos do gênero existentes no Congresso. Segundo a BBC Brasil, o grupo ""amigos" de Israel tem hoje 46 deputados e senadores, 31 deles também integrantes da Frente Parlamentar Evangélica e um terço filiado ao PRB, partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus". Após o recesso parlamentar, no início do próximo ano, Marcos pretende mobilizar integrantes do grupo de amizade e da frente parlamentar para uma reunião no Itamaraty com objetivo de pressionar o governo a seguir os passos da administração Trump", destaca o texto.

Os evangélicos "argumentam que a Bíblia estabelece que os judeus são o povo prometido e que Jerusalém é a capital de Israel. Segundo sua crença, isso deve ser cumprido para que se concretize a esperada volta de Jesus Cristo". Para a pastora e presidente da Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel, Jane Silva "O que o governo brasileiro está fazendo (ao apoiar resoluções contra Israel) é rasgar a nossa Bíblia, rasgar a nossa fé. O Brasil vota que Jerusalém não tem a ver com o povo judeu, com Israel. Se Jesus não é homem judeu, não tem a ver com o povo judeu, o Brasil está tentado desmontar a fé no cristianismo", disse ela à BBC.

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A matéria observa, ainda, que enquanto diversos países – incluindo aliados dos Estados Unidos – e lideranças religiosas como o papa Francisco condenaram a iniciativa norte-americana, o governo brasileiro ainda não emitiu sequer um comunicado sobre o assunto.

Leia a íntegra da reportagem.

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