Evacuação de Aleppo é adiada após incidente grave

A retomada da evacuação de civis e rebeldes do reduto rebelde de Aleppo foi adiada pelo governo, após ataque de homens armados a ônibus que removiam civis de duas cidades xiitas pró-Assad; vinte ônibus que entrariam em Fua e Kafraya, localidades xiitas visadas pelos rebeldes a 60km de Aleppo, foram atacados e incendiados por homens armados; "A operação foi adiada devido à ausência de garantias relacionadas à segurança dos evacuados das cidades de Fua e Kafraya", informou o diretor do Observatório, Rami Abdel Rahman

A retomada da evacuação de civis e rebeldes do reduto rebelde de Aleppo foi adiada pelo governo, após ataque de homens armados a ônibus que removiam civis de duas cidades xiitas pró-Assad; vinte ônibus que entrariam em Fua e Kafraya, localidades xiitas visadas pelos rebeldes a 60km de Aleppo, foram atacados e incendiados por homens armados; "A operação foi adiada devido à ausência de garantias relacionadas à segurança dos evacuados das cidades de Fua e Kafraya", informou o diretor do Observatório, Rami Abdel Rahman
A retomada da evacuação de civis e rebeldes do reduto rebelde de Aleppo foi adiada pelo governo, após ataque de homens armados a ônibus que removiam civis de duas cidades xiitas pró-Assad; vinte ônibus que entrariam em Fua e Kafraya, localidades xiitas visadas pelos rebeldes a 60km de Aleppo, foram atacados e incendiados por homens armados; "A operação foi adiada devido à ausência de garantias relacionadas à segurança dos evacuados das cidades de Fua e Kafraya", informou o diretor do Observatório, Rami Abdel Rahman (Foto: José Barbacena)


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Agência Brasil - A retomada da evacuação de civis e rebeldes do reduto rebelde de Aleppo foi adiada pelo governo, após um ataque de homens armados a ônibus que removiam civis de duas cidades xiitas pró-Assad. Com informações da AFP.

Vinte ônibus que entrariam em Fua e Kafraya, localidades xiitas visadas pelos rebeldes a 60km de Aleppo, foram atacados e incendiados por homens armados. O motorista de um dos ônibus morreu no ataque, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

"A operação foi adiada devido à ausência de garantias relacionadas à segurança dos evacuados das cidades de Fua e Kafraya", informou o diretor do Observatório, Rami Abdel Rahman.

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Yasser al-Youssef, do grupo rebelde Nurredin al-Zinki, confirmou à AFP o "adiamento momentâneo" da operação, assinalando que o incidente não terá impacto na retomada da mesma.

Milhares de habitantes estão bloqueados em Aleppo desde sexta-feira, quando a remoção foi interrompida devido a divergências envolvendo o número exato de pessoas que deveriam deixar as duas localidades xiitas.

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Com fome e frio, milhares de pessoas aguardaram durante todo o dia no bairro de Al-Amiriyah, ponto de partida dos primeiros comboios que, na quinta-feira, deixaram a cidade antes da suspensão.

O novo acordo fechado entre os beligerantes e aprovado pela Turquia, que apoia os rebeldes, e Rússia e Irã, aliados do governo, previa a entrada de dezenas de ônibus "sob a supervisão da Cruz Vermelha", segundo a imprensa oficial.

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Frio glacial

Um representante dos rebeldes confirmou um novo acordo para a saída de civis de Aleppo, Fua e Kefraya em duas etapas.

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"Em uma primeira etapa, metade das pessoas cercadas em Aleppo devem sair, paralelamente à retirada de 1.250 pessoas de Fua", explicou.

Em seguida, "outras 1.250 pessoas de Kefraya sairão ao mesmo tempo que os demais habitantes de Aleppo", disse.

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E, por último, outros 1.500 indivíduos abandonarão Fua e Kefraya, enquanto o mesmo número de pessoas deve sair de Zabadani e Madaya, duas cidades rebeldes cercadas pelo regime na província de Damasco.

À noite, após horas de espera, mais de 30 ônibus estavam abarrotados, mas os veículos permaneciam estacionados.

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