Europa começa a usar gás armazenado para o inverno, em meio a problemas de fornecimento, diz mídia

Redução do fornecimento de gás da Rússia força a Europa a utilizar suas reservas. Redução afeta a França, Itália, Áustria e a Alemanha

Gasoduto da Gazprom
Gasoduto da Gazprom (Foto: Reuters)


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Sputnik - Redução do fornecimento de gás natural da Rússia forçou a Europa utilizar as reservas criadas para consumo no pico da próxima temporada de inverno, a época mais fria, informa a agência Bloomberg.

A redução das entregas afetou a França, Itália, Áustria e a Alemanha. Isto deve-se ao fato e a empresa russa Gazprom ter tido que suspender a operação de uma parte das turbinas da Siemens no gasoduto Nord Stream.

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A causa foi o atraso na prestação de serviços por parte da empresa alemã Siemens, que não conseguiu fazer a tempo a manutenção técnica de algumas turbinas.

Na sequência disso, a entrega do volume de gás para a União Europeia a partir de 16 de junho não deverá ultrapassar 67 milhões de metros cúbicos por dia, em vez dos programados 167 milhões.

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Pela primeira vez desde meados de abril, as reservas nos depósitos de gás subterrâneos na Europa diminuíram.

De acordo com os dados mais recentes, as reservas foram reduzidas em um ponto percentual, embora durante o verão (no Hemisfério Norte) o gás seja geralmente armazenado e os volumes resultantes se mantenham até a época mais fria, no inverno, escreve agência.

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Segundo uma previsão pessimista da companhia Wood Mackenzie Ltd., no caso de uma parada completa do Nord Stream, a Europa não será capaz de acumular reservas de gás no nível fixado pela União Europeia (UE) até o início da estação de aquecimento. Nesse caso, as reservas de gás se esgotarão até janeiro.

Segundo a Bloomberg, o equipamento necessário para o funcionamento do gasoduto está retido no Canadá após a manutenção devido às sanções aplicadas à Rússia.

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Dmitry Peskov, o porta-voz do presidente russo, tem salientado em várias ocasiões que Moscou nunca utilizou o fornecimento de gás como instrumento para castigar ou punir, vendendo o combustível exclusivamente de acordo com seus interesses econômicos.

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