EUA se descredenciaram do processo de paz, diz Abbas

Estados Unidos se "desqualificaram" do processo de paz do Oriente Médio depois que reconheceram Jerusalém como capital de Israel, disse o presidente palestino, Mahmoud Abbas; "Os Estados Unidos não são mais um mediador honesto no processo de paz, nós não aceitaremos nenhum plano apresentado pelos Estados Unidos", disse; na quinta-feira, mais de 120 países desafiaram Trump e votaram a favor de uma resolução da Assembleia Geral da ONU que pede que os Estados Unidos voltem atrás em sua decisão sobre Jerusalém

Estados Unidos se "desqualificaram" do processo de paz do Oriente Médio depois que reconheceram Jerusalém como capital de Israel, disse o presidente palestino, Mahmoud Abbas; "Os Estados Unidos não são mais um mediador honesto no processo de paz, nós não aceitaremos nenhum plano apresentado pelos Estados Unidos", disse; na quinta-feira, mais de 120 países desafiaram Trump e votaram a favor de uma resolução da Assembleia Geral da ONU que pede que os Estados Unidos voltem atrás em sua decisão sobre Jerusalém
Estados Unidos se "desqualificaram" do processo de paz do Oriente Médio depois que reconheceram Jerusalém como capital de Israel, disse o presidente palestino, Mahmoud Abbas; "Os Estados Unidos não são mais um mediador honesto no processo de paz, nós não aceitaremos nenhum plano apresentado pelos Estados Unidos", disse; na quinta-feira, mais de 120 países desafiaram Trump e votaram a favor de uma resolução da Assembleia Geral da ONU que pede que os Estados Unidos voltem atrás em sua decisão sobre Jerusalém (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - Os Estados Unidos se "desqualificaram" do processo de paz do Oriente Médio depois que reconheceram Jerusalém como capital de Israel, disse o presidente palestino, Mahmoud Abbas, nesta sexta-feira.

"Os Estados Unidos não são mais um mediador honesto no processo de paz, nós não aceitaremos nenhum plano apresentado pelos Estados Unidos", disse Abbas, durante coletiva de imprensa conjunta com o presidente francês, Emmanuel Macron, em Paris.

Abbas também condenou uma ameaça feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cortar auxílios financeiros a países que votaram na ONU contra a decisão de Washington de reconhecer Jerusalém como capital israelense.

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Na quinta-feira, mais de 120 países desafiaram Trump e votaram a favor de uma resolução da Assembleia Geral da ONU que pede que os Estados Unidos voltem atrás em sua recente decisão sobre Jerusalém.

Macron reiterou nesta sexta-feira que a França permanece comprometida com uma solução de "dois Estados", na qual israelenses e palestinos possam coexistir pacificamente um ao lado do outro.

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Macron acrescentou que a França irá reconhecer um Estado palestino "no momento certo" e não sob pressão.

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