EUA, que apoiaram o impeachment, querem relação maior com o Brasil
O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, John Kirby, declarou ontem (31), que os Estados Unidos mantêm a confiança no Brasil: “Estamos confiantes de que vamos continuar a forte relação bilateral que existe entre os nossos dois países, como as duas maiores democracias e economias do hemisfério”; desde o início desse processo, administração de Barack Obama apoiou a deposição da presidente Dilma Rousseff
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O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, John Kirby, declarou ontem (31), em entrevista, ao comentar o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, que os Estados Unidos mantêm a confiança no Brasil: “Estamos confiantes de que vamos continuar a forte relação bilateral que existe entre os nossos dois países, como as duas maiores democracias e economias do hemisfério”.
Kirby acrescentou que Brasil e Estados Unidos são parceiros comprometidos. "Nós cooperamos com o Brasil para tratar de questões de interesse mútuo nos desafios globais mais prementes do século 21. Pretendemos continuar esta colaboração muito essencial", afirmou.
Ao ser indagado pelos jornalistas sobre se os Estados Unidos fariam alguma declaração oficial sobre a decisão do Senado brasileiro, John Kirby disse que não tinha nenhuma comunicação diplomática para divulgar hoje. O impeachment aprovado pelo Senado “foi uma decisão tomada pelo povo brasileiro e, obviamente, nós respeitamos isso”, disse o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano.
Sobre um possível encontro entre os presidentes Michel Temer e Barack Obama, durante a reunião do G20, na China, John Kirby sugeriu aos jornalistas que consultassem a Casa Branca. Também não quis fazer qualquer comentário sobre uma possível viagem de Temer para visitar Obama, em Washington.
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