EUA preparam provocação para acusar Rússia de usar armas de destruição em massa na Ucrânia

Os EUA estão preparando provocações a fim de acusar os militares russos de usar armas químicas, biológicas ou nucleares na Ucrânia, diz o ministério da Defesa da Rússia

(Foto: Reprodução)


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Sputnik - A alta probabilidade de tal encenação confirma-se pelo fato de na Ucrânia estarem sendo entregues antídotos das substâncias tóxicas, notou o representante do Ministério da Defesa da Rússia.

Conforme os dados dos militares russos, o mais provável é essa provocação ocorrer nas instalações biológicas de Carcóvia e Kiev. A usina nuclear de Zaporozhie também não é descartada.

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Além disso, Kiev considera seriamente a possibilidade de atacar um depósito de resíduos radioativos na povoação de Kamenskoe.

Em 9 de março, as Forças Armadas da Rússia detectaram, na região de Kherson, três drones equipados com recipientes de 30 litros e equipamento para dispersão de substâncias, notificou o comandante das Tropas de Proteção Radiológica, Química e Biológica, Igor Kirillov.

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O ministério informou que, em 21 de abril, um drone jogou contra as tropas russas no país um recipiente com ampolas que deveria provocar uma explosão. O seu conteúdo está sendo analisado atualmente.

"Em relação aos incidentes químicos, será aplicado o mecanismo atributivo da Organização para a Proibição de Armas Químicas, que permite fabricar as provas necessárias e designar os culpados à vontade, o que já aconteceu múltiplas vezes no decorrer de investigações de incidentes químicos na Síria", afirmou ele no briefing.

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De acordo com a Defesa russa, estas provocações estão sendo planejadas inclusive para pressionar a Índia e a China a introduzirem sanções contra a Rússia.

O plano foi elaborado por Washington em resposta aos sucessos da Rússia na operação especial na Ucrânia, ressaltou o militar.

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Um dos cenários das provocações planejados por Washington e pelos países da OTAN previa "o uso secreto" destas substâncias na fábrica Azovstal em Mariupol, no entanto, a ordem do presidente Vladimir Putin de não atacar a Azovstal destruiu esses planos, segundo Kirillov.

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