EUA pedem desculpas a Assad por ataque contra exército sírio
A informação do chanceler russo Sergei Lavrov foi revelada durante seu discurso no programa "Vesti v Subbotu"; episódio ocorreu no sábado, dia 17 de setembro de 2016, quando quatro aviões americanos da coalizão internacional atacaram as tropas governamentais da Síria, cercadas por militantes do grupo terrorista Daesh; em consequência do incidente, as forças do Daesh conseguiram ocupar uma posição estratégica, começando uma ofensiva contra o exército sírio; comando americano explicou o fato alegando "um erro", onde 62 soldados sírios morreram e 100 ficaram feridos
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EUA apresentaram desculpas ao presidente Bashar Assad pelo ataque aéreo contra o Exército sírio, disse o Chanceler russo Sergei Lavrov durante seu discurso no programa "Vesti v Subbotu".
No sábado, dia 17 de setembro de 2016, quatro aviões americanos da coalizão internacional atacaram as tropas governamentais da Síria, cercadas por militantes do Daesh, grupo terrorista (é proibido na Rússia e faz parte da lista de grupos terroristas das Nações Unidas).
Em consequência do incidente, as forças do Daesh conseguiram ocupar uma posição estratégica, começando uma ofensiva contra o exército sírio. O comando americano explicou o fato alegando "um erro". 62 soldados sírios morreram e por volta de 100 ficaram feridos.
"Esta situação é um pouco estranha <…> É difícil crer que os agentes secretos da coalizão, criada pelos EUA contra o Daesh no território da Síria, se possam ter esquecido da deslocação de forças. Mas eu não quero fazer acusações", disse.
O ministro observou que restaurar o regime de cessar-fogo na Síria só é possível numa base coletiva, sem exigências unilaterais.
"Nós não temos de provar nada unilateralmente, mas é preciso que nos provem que há um desejo sincero de separar a oposição — quem coopera com a coalizão americana e quem coopera com a Frente al-Nusra, depois disso é preciso acabar com ela e fazer a oposição parte do processo político", disse ele em programa "Vesti v Subbotu".
O ministro disse que se a Rússia não recebe as provas, isto reforçará as suspeitas que tudo isso foi iniciado a fim de trazer Frente al-Nusra do golpe.
Nós já fizemos concessões, disse o ministro, já tínhamos prolongado a trégua. "Cada vez achamos mais que estas pausas foram usadas para que os militantes, incluindo os da al-Nusra, se reabastecessem de pessoal, armas e provisões".
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