EUA não reconhecem Maduro como presidente
Posição sobre as eleições presidenciais da Venezuela foi confirmada pelo secretario de Estado norte-americano, John Kerry; país é a favor da recontagem de votos e segue a posição do candidato derrotado, Henrique Capriles
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Opera Mundi - O secretario de Estado norte-americano, John Kerry, confirmou nesta quarta-feira (17/04) que os EUA não vão reconhecer Nicolás Maduro como presidente da Venezuela até que sejam recontados os votos da eleição presidencial do último domingo (14/04).
“Deve haver uma recontagem de votos. Precisamos de explicações sérias sobre os acontecimentos na Venezuela”, afirmou John Kerry em uma audiência de relações exteriores no Congresso dos EUA.
O secretário de Estado, no entanto, promete não reconhecer "nenhum ganhador", seja quem for, até a confirmação através de uma nova apuração. O governo norte-americano já havia declarado na última segunda-feira (15/04) que seria necessário uma recontagem dos votos para que o presidente eleito tivesse legitimidade.
Em seu discurso no Congresso, Kerry salientou que, “em um primeiro momento, até mesmo Maduro admitiu que seria necessário recontar os votos”. “A OEA (Organização Estados Americanos) e também outros países pediram a recontagem. Vamos ver o que acontece”, afirmou o secretário de Estado norte-americano.
No Logo após o anúncio do resultado oficial da eleição, o porta-voz da Presidência dos Estados Unidos, Jay Carner, se absteve de reconhecer a vitória chavista, enquanto o Departamento de Estado foi mais além, dizendo que a revisão do resultado eleitoral deveria ser comprovada antes que qualquer um dos candidatos seja declarado vencedor.
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