EUA mantém ataques a Cuba por solidariedade com Venezuela
O governo estadunidense incluiu nesta terça-feira (26) em sua lista unilateral de entidades punidas por vínculos com a Venezuela a empresa cubana Corporação Pan-americana S.A., em mais um ataque contra a ilha por sua solidariedade com o país sul-americano
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Prensa Latina - O governo do presidente Donald Trump continua recrudescendo o bloqueio a Cuba, apesar do pronunciamento contrário neste mês da maioria esmagadora da comunidade internacional durante a Assembleia Geral das Nações Unidas.
Em comunicado difundido nesta terça-feira (26), o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos afirma que deu este passo porque a mencionada empresa "é propriedade ou está sob controle de Cubametales", outra empresa cubana acrescentada à lista em julho último.
Através dessa declaração e em uma coletiva de imprensa do secretário norte-americano de Estado, Mike Pompeo, a administração de Donald Trump acusou Cuba de "jogar um papel direto para impedir o retorno da democracia na Venezuela".
O comunicado acrescenta que o objetivo da medida também é negar recursos ao que o executivo norte-americano descreve como o "regime ilegítimo venezuelano", apesar de que Maduro foi reeleito presidente em maio de 2018 com 68 por cento dos votos.
Repetidamente o tema do apoio de Cuba à Venezuela é empregado pelo governo estadunidense para justificar seu ataque a Cuba, que por sua vez considera que sua solidariedade com a Venezuela não é negociável.
As novas sanções se somam a outras ações da administração Trump para recrudescer o bloqueio imposto contra a ilha há quase 60 anos, e que neste mês voltou a ser condenado na Assembleia Geral da ONU pela esmagadora maioria da comunidade internacional.
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