EUA libertam espião israelense após 30 anos de prisão
Espião israelense Jonathan Pollard foi posto em liberdade condicional após passar 30 anos em uma prisão norte-americana; caso era ponto de tensão nas relações entre os dois países aliados; no início da manhã desta sexta-feira (20), o ex-analista da Marinha dos EUA deixou uma prisão federal em Butner, Estado da Carolina do Norte; "O povo de Israel acolhe a libertação de Jonathan Pollard", disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu; Pollard foi sentenciado à prisão perpétua em 1987 por passar informações secretas a Israel
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Reuters - O espião israelense Jonathan Pollard foi posto em liberdade condicional nesta sexta-feira, após 30 anos em uma prisão norte-americana, disseram autoridades israelenses e dos Estados Unidos, em um caso que causava tensão nas relações entre os dois países aliados.
No início da manhã o ex-analista da Marinha dos EUA deixou uma prisão federal em Butner, Estado da Carolina do Norte, cerca de 45 milhas ao norte de Raleigh, disse Edmond Ross, porta-voz do órgão federal de prisões.
"O povo de Israel acolhe a libertação de Jonathan Pollard", disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em um comunicado. "Depois de três décadas longas e difíceis, Jonathan foi reunido com sua família."
Sob os termos da liberdade condicional, Pollard deve permanecer nos Estados Unidos por cinco anos.
Ele foi sentenciado à prisão perpétua após ser condenado em 1987 por passar grande quantidade de informação classificada a Israel. Agora com 61 anos, Pollard disse que deseja emigrar para Israel, onde vive sua segunda mulher e ele espera receber do governo israelense substanciais salários atrasados.
Pollard, judeu norte-americano, obteve cidadania israelense enquanto estava na prisão.
(Por Roselle Chen e Ari Rabinovitch)
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