EUA interferem em conflito intercoreano fazendo exigências ao Norte

O governo de Donald Trump reassumiu a postura de ingerência em relação ao conflito entre as duas Coreias, fazendo exigências que soam ao Norte como ameaças

Os presidentes da Coreia do Sul (E) e do Norte
Os presidentes da Coreia do Sul (E) e do Norte


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247 - O governo dos Estados Unidos exigiu nesta terça-feira (16) que a Coreia do Norte evite "mais ações contraproducentes", após o governo de Pyongyang destruir um escritório de negociações com a Coreia do Sul, incidente que representou o maior aumento da tensão na península desde 2007. O prédio estava vazio, pois o escritório estava sem funcionamento. 

"Os EUA apoiam plenamente os esforços da Coreia do Sul nas relações intercoreanas e insiste que a Coreia do Norte evite mais ações contraproducentes", disse à Agência Efe um porta-voz do Departamento de Estado americano.

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A detonação do escritório ocorreu às 14h49 (horário local; 2h49 em Brasília), possivelmente em resposta ao envio de balões com propaganda contra o governo norte-coreano lançados por militantes sul-coreanos que atuam em favor do seu país contra o Norte. 

Após tomar conhecimento da destruição do escritório, o governo sul-coreano convocou uma reunião do Conselho de Segurança Nacional e afirmou em comunicado que a destruição do edifício "impacta as expectativas das pessoas que desejam promover relações entre os países e estabelecer a paz na península".

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Em 2018, Coreia do Norte e EUA iniciaram um processo de negociação que resultou em duas reuniões entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder máximo norte-coreano Kim Jong-un: a primeira em junho de 2018, em Singapura, e a segunda em fevereiro de 2019, em Hanói, que terminou sem acordo sobre o processo de desnuclearização.

Em dezembro de 2019, o diálogo foi suspenso.

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