EUA igualam extremismo israelense e palestino e pedem mais repressão

Representante dos EUA esclareceu que repressão significava "prisões, condenações e punições, bem como alocação igual", por Israel, "de recursos para prevenir e investigar ataques"

(Foto: Reuters)


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Sputnik Brasil - A administração de Joe Biden, presidente dos EUA, exortou Israel a reprimir igualmente o extremismo judeu e palestino em uma declaração contundente feita pelo vice embaixador Robert Wood.

A declaração foi feita ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), durante uma reunião mensal nesta segunda-feira (19) sobre o conflito entre israelenses e palestinos.

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"Os Estados Unidos esperam ver tratamento igualitário para extremistas, sejam israelenses ou palestinos", disse Wood.

O representante dos EUA esclareceu que a repressão significava "prisões, condenações e punições, bem como alocação igual", por Israel, "de recursos para prevenir e investigar ataques violentos".

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Outras declarações que ele fez foram dirigidas tanto à liderança israelense quanto à palestina, quando pediu que "as partes tomassem medidas urgentes para reduzir os níveis preocupantes de violência extremista que alimentam a instabilidade na Cisjordânia".

Wood acrescentou que "as ações unilaterais e a retórica inútil das partes servem apenas para aumentar as tensões, alimentar a violência e minar as perspectivas de uma solução negociada de dois Estados. Essas ações devem parar".

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A reunião na ONU ocorreu após a morte a tiros, na semana passada, de Jana Zakarneh, na cidade palestina de Jenin, na Cisjordânia, durante confrontos armados entre atiradores palestinos e forças de segurança israelenses.

O coordenador especial da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Tor Wennesland, também falou sobre a violência na região em 2022.

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Ele explicou que "150 palestinos e mais de 20 israelenses foram mortos na Cisjordânia e em Israel, o maior número de mortes em anos".

Wennesland também observou que os planos israelenses para 4.800 casas de colonos foram concluídos em 2022 na Área C da Cisjordânia, embora tenha havido uma queda de 11% em relação às 5.400 unidades desse tipo que foram construídas no ano passado.

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