EUA homenageiam vítimas do 11 de Setembro

Cerimônias em Nova York, no Memorial do 11 de Setembro, e na Casa Branca lembram os 15 anos dos atentados terroristas que mataram quase três mil pessoas; uma década e meia depois, os Estados Unidos ainda vivem em estado de emergência nacional

A woman lays her head on a row of names at the National September 11 Memorial, ahead of the 15th anniversary of the attacks in Manhattan, New York, September 10, 2016. REUTERS/Mark Kauzlarich
A woman lays her head on a row of names at the National September 11 Memorial, ahead of the 15th anniversary of the attacks in Manhattan, New York, September 10, 2016. REUTERS/Mark Kauzlarich (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Cerimônias ocorrem neste domingo 11 em Nova York e na Casa Branca para lembrar os 15 anos dos atentados terroristas às Torres Gêmeas, que mataram quase três mil pessoas nos Estados Unidos.

Uma década e meia depois, o país ainda vive em estado de emergência nacional. Por quê? Leia abaixo um trecho da reportagem da BBC sobre o assunto e a íntegra aqui.

Por que os EUA ainda vivem em estado de emergência nacional 15 anos após o 11 de setembro

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Os Estados Unidos vivem em permanente estado de emergência desde os ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington, que neste domingo completam 15 anos.

Isso não é uma metáfora, mas uma realidade legal.

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Três dias depois dos ataques às Torres Gêmeas e ao Pentágono, o então presidente George W. Bush emitiu a ordem 7.463, que decretou uma emergência nacional e atribuiu poderes extraordinários ao chefe do Executivo.

Desde então, esta ordem foi renovada todos os anos por Bush e, em seguida, pelo seu sucessor, o atual presidente Barack Obama. A renovação mais recente foi em 30 de agosto.

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Esta declaração permite a quem ocupa a Casa Branca adotar medidas excepcionais como, por exemplo, aumentar o tamanho da reserva das forças armadas ou convocar oficiais reformados.

Isso não é tudo. O advogado Patrick Thronson disse à BBC Mundo que essa ordem também dá base legal para a luta contra o grupo auto denominado Estado islâmico e tem sido fundamental para que os Estados Unidos possam ter presença militar em 135 países do mundo.

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