EUA estão por trás de ataque ao Kremlin, diz Moscou; Pentágono nega

“É muito importante que Washington entenda que sabemos disso e o quão perigoso é esse envolvimento direto no conflito", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov

(Foto: Reprodução)


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247 - O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nesta quinta-feira (4) que "as decisões sobre tais ações e ataques terroristas não são tomadas em Kiev, mas em Washington", referindo-se ao ataque ao Kremlin com drones. 

“Sabemos que muitas vezes não é nem Kiev que determina os alvos, mas Washington”, disse Peskov durante um briefing diário. “É muito importante que Washington entenda que sabemos disso e o quão perigoso é esse envolvimento direto no conflito". 

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Mais tarde, o coordenador do Conselho de Segurança Nacional para Comunicações Estratégicas, John Kirby, disse que os Estados Unidos nada tinham a ver com o recente ataque ao Kremlin.

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Kirby acrescentou que os Estados Unidos estão atualmente avaliando os relatórios do ataque, mas podem nunca ser capazes de entender completamente o que aconteceu.

A Ucrânia negou autoria do ataque, com o presidente Volodymyr Zelensky afirmando que Kiev não alveja Moscou nem o presidente Vladimir Putin. 

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O serviço de imprensa presidencial da Rússia disse que dois drones ucranianos tentaram atacar a residência de Putin na noite entre terça e quarta-feira. O Kremlin chamou o ataque de "ato terrorista" e prometeu retaliar como achar melhor.

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Kiev repetidamente ameaçou Moscou com possíveis ataques de drones. Em abril, o chefe da inteligência militar da Ucrânia, general Kyrylo Budanov, disse que os drones ucranianos poderiam atingir alvos em Moscou e além. O Washington Post, citando documentos vazados do Pentágono, informou que Budanov planejava realizar ataques de drones em Moscou e Novorossiysk em 24 de fevereiro deste ano, mas o governo dos EUA teria pedido a ele para adiar os ataques.

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