EUA e países europeus articulam exclusão da Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU, segundo Jamil Chade

Ação precisa de ⅔ dos votos da Assembléia. ONU passou a adotar as palavras “guerra” e “invasão” para caracterizar a situação na Ucrânia

Vladimir Putin
Vladimir Putin (Foto: Reuters)


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247 - Os Estados Unidos e aliados estão articulando a expulsão da Rússia de um dos principais órgãos da ONU, o Conselho de Direitos Humanos, segundo o correspondente Jamil Chade.

A situação da Rússia na ONU piorou depois que o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, modificou os termos utilizados para designar os acontecimentos na Ucrânia. A partir desta semana, de acordo com uma circular enviada aos diretores departamentais das Nações Unidas, a crise não deveria ser chamada de "conflito", mas sim de "guerra". Em vez de "operação militar", o termo a ser utilizado seria "invasão".

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Reuniões confidenciais entre embaixadores europeus e dos EUA começam a discutir o cenário de uma exclusão. “Há uma semana, coube também ao secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, lançar o debate. Num discurso no Conselho de Direitos Humanos ao anunciar o retorno dos EUA ao órgão, ele apontou como a presença da Rússia no Conselho de Direitos Humanos e a guerra conduzida por Putin eram incompatíveis”, escreveu Chade.

Para que uma suspensão tenha lugar, uma resolução na Assembleia Geral da ONU necessita de dois terços dos votos. Na semana passada, um primeiro teste mostrou que isso poderia ser possível, quando o órgão da ONU aprovou uma resolução condenando a Rússia com 141 votos a favor.

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