EUA dizem que sanções contra a Rússia estão longe de serem retiradas e podem ser expandidas

Setores bancário e de energia da Rússia poderão ser ainda mais atingidos

Joe Biden e Vladimir Putin
Joe Biden e Vladimir Putin (Foto: Reuters)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Sputnik - Neste domingo (20), o vice-conselheiro de segurança nacional para economia internacional da Casa Branca, Daleep Singh, afirmou que Washington está longe de suspender quaisquer sanções contra a Rússia e que pode impor ainda mais medidas restritivas contra Moscou.

Singh deu a declaração em entrevista ao programa "60 minutes", veiculado pela emissora norte-americana CBS News. O conselheiro da Casa Branca especificou que as áreas que poderiam ser visadas incluem o setor bancário da Rússia, além dos setores de energia.

continua após o anúncio

"É principalmente sobre petróleo e gás, mas há outros setores também. Não quero especificá-los, mas acho que [o presidente russo Vladimir] Putin saberia quais são", disse Singh.

Questionado sobre o que Putin poderia fazer para que os EUA retirem as sanções, Singh afirmou que Washington não está "nem perto desse ponto" e que a retirada das restrições é improvável. Apesar disso, o conselheiro da Casa Branca acrescentou que um primeiro passo seria o fim das hostilidades na Ucrânia.

continua após o anúncio

O vice-conselheiro da Casa Branca, Daleep Singh, afirmou ainda durante a entrevista acreditar que a economia da Rússia "vai ter metade do tamanho que tinha antes" do início da operação militar especial na Ucrânia. Segundo ele, o governo russo é responsável pelas escolhas da Casa Branca em relação às sanções.

"E não nos orgulhamos do sofrimento do povo russo. Esta é a guerra de Putin. Estas são as sanções de Putin. E este é o sofrimento de Putin que ele está colocando sobre o povo russo", afirmou, acrescentando que a Casa Branca quer demonstrar o suposto "fracasso estratégico" as decisões do Kremlin e que as sanções visam "impor custos esmagadores" à Rússia.

continua após o anúncio

Singh também foi questionado sobre o papel diplomático da China na crise, mas se recusou a dar detalhes sobre como a Casa Branca poderia reagir se Pequim começar a apoiar ativamente Moscou.

"Fomos muito claros com a China sobre qualquer apoio a esta invasão e qualquer ajuda que possa fornecer à Rússia para evitar as sanções. E também deixamos claro quais seriam essas consequências", disse, sem especificar detalhes, alegando sigilo.

continua após o anúncio

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247