EUA dizem que Rússia prepara vídeo fake que serviria de pretexto para invadir Ucrânia

Autoridades do governo dos EUA disseram que o plano seria usar o vídeo como evidência de um “genocídio” ucraniano contra a população de etnia russa

Veículos militares russos durante exercício militar na região de Rostov
Veículos militares russos durante exercício militar na região de Rostov (Foto: REUTERS/Sergey Pivovarov)


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247 - Autoridades dos Estados Unidos dizem ter evidências de um plano russo de produzir um vídeo fake “com imagens muito fortes" de um ataque ucraniano, que serviria pretexto para uma invasão, informa o The Guardian

"A suposta trama envolveria o uso de cadáveres, imagens de prédios explodidos, equipamentos militares ucranianos falsos, drones fabricados na Turquia e atores fazendo o papel de enlutados falantes do russo", escreve o jornal londrino.

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“Não sabemos definitivamente se este é o caminho que eles vão seguir, mas sabemos que esta é uma opção em consideração”, disse o vice-conselheiro de segurança nacional, Jonathan Finer, à MSNBC, acrescentando que o vídeo “envolveria atores fingindo luto por pessoas que são mortas em um evento que eles mesmos teriam criado”.

Finer acrescentou: “isso envolveria a implantação de cadáveres para representar corpos supostamente mortos, de pessoas supostamente mortas em um incidente como esse”.

O porta-voz do Pentágono, John Kirby, disse que os EUA acreditam que o plano tem o apoio do Kremlin.

“Nossa experiência é que muito pouco dessa natureza não é aprovado nos níveis mais altos do governo russo”, disse Kirby.

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Autoridades do governo estadunidense disseram que o plano seria usar o vídeo como evidência de um “genocídio” ucraniano contra a população de etnia russa para justificar uma intervenção militar.

O New York Times e o Washington Post publicaram em primeira mão versões de funcionários do governo, observando que eles não forneceram evidências para as alegações. 

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As informações foram compartilhadas com a inteligência britânica, que as considera "precisas". “Vimos a inteligência em que se baseia e temos confiança nela”, disse um oficial britânico.

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