EUA devem seguir o caminho certo para as relações com China, analisa mídia chinesa

As relações sino-americanas estão em uma encruzilhada. Nesta circunstância, os presidentes da China e dos Estados Unidos realizaram videoconferência e determinaram os rumos do desenvolvimento das relações bilaterais

Bandeiras dos Estados Unidos e da China
Bandeiras dos Estados Unidos e da China (Foto: REUTERS/Aly Song)


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Rádio Internacional da China - “Nos próximos 50 anos, o assunto mais importante nas relações internacionais é a China e os EUA encontrarem o caminho certo para as relações bilaterais.” A declaração foi feita pelo presidente chinês, Xi Jinping, durante a videoconferência com seu homólogo norte-americano, Joe Biden, e chamou muita atenção da comunidade internacional.

As relações sino-americanas estão em uma encruzilhada. Nesta circunstância, os presidentes da China e dos Estados Unidos realizaram uma videoconferência e, com a mais alta diplomacia de chefes de Estado, determinaram os rumos do desenvolvimento das relações bilaterais, o que, sem dúvida nenhuma, serviu para evitar mal-entendidos e julgamentos equivocados, bem como promover a comunicação e a cooperação.

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Os EUA são responsáveis pelas atuais dificuldades nas relações sino-americanas. A solução é que os EUA devem mudar seus conceitos errados sobre a China e desenvolver de forma adequada suas relações com o país oriental.

Na videoconferência, Xi Jinping enfatizou que a “busca de Taiwan pela independência com o apoio dos EUA” e a “contenção da China pela questão de Taiwan” são realmente brincar com fogo. E quem brincar com fogo vai se queimar. Se as forças separatistas de Taiwan persistirem nas provocações, até cruzarem a “linha vermelha”, “medidas drásticas deverão ser tomadas”. Essas afirmações mostram um sinal claro: a China salvaguardará firmemente sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento. Os EUA devem adotar uma atitude cautelosa ao tratar as questões relativas.

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Durante o encontro, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse que as relações sino-americanas não deveriam ser “arruinadas”. Ele reiterou que os EUA não buscam mudar o sistema da China e agir contra a China por meio do fortalecimento de alianças. Os EUA não têm intenção de entrar em conflito com a China e não apoiam a “independência de Taiwan”. As promessas precisam ser cumpridas. A parte estadunidense deve tomar ações para ganhar a confiança do povo chinês e da comunidade internacional.

Os Estados Unidos precisam tomar medidas efetivas para implementar os consensos alcançados na videoconferência dos dois líderes e intensificar a consulta e a cooperação com a China. Devem cuidar bem de seus assuntos internos, bem como assumir suas devidas responsabilidades internacionais. Essa é a expectativa comum da China, dos Estados Unidos e de todos os povos do mundo.

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tradução: Shi Liang
revisão: Diego Goulart

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