EUA descartam planos de fechar embaixada na Venezuela

"Não temos planos de fechar a embaixada, nossas prioridades seguem as mesmos, a segurança e a proteção de nossos funcionários e cidadãos no exterior", disse um diplomata ouvido pela Sputinik

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Sputinik – Um representante do Departamento de Estado norte-americano informou à Sputnik que os EUA não planejam fechar sua embaixada na Venezuela.

"Não temos planos de fechar a embaixada, nossas prioridades seguem as mesmos, a segurança e a proteção de nossos funcionários e cidadãos no exterior", disse o diplomata.

Ele informou que Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional (parlamento unicameral venezuelano, com maioria da oposição), propôs que a missão dos EUA permaneça na Venezuela.

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O diplomata acrescentou que os EUA "continuarão a avaliar a situação no terreno e decidir sobre as ações necessárias".

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou no sábado que o último grupo de diplomatas norte-americanos deixou Caracas.

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A situação política na Venezuela se agravou drasticamente a partir de 10 de janeiro, quando Nicolás Maduro assumiu o seu novo mandato até o ano de 2025.

Em 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante os protestos contra Maduro realizados nas ruas de Caracas. Por sua vez, o atual líder venezuelano, Nicolás Maduro, afirma ser o chefe de Estado constitucional e chamou Guaidó de "marionete dos EUA".

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Até o momento, os EUA, Brasil, Canadá, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, Geórgia, Albânia e vários outros países reconheceram Guaidó como o presidente interino da Venezuela. A Grã-Bretanha, Alemanha, França e Espanha anunciaram sua intenção de reconhecê-lo, caso não sejam anunciadas novas eleições dentro de oito dias na Venezuela. A Rússia segue apoiando Nicolás Maduro como o legítimo presidente venezuelano.

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