EUA cogitam dar dados de inteligência à Ucrânia que poderiam ser usados contra Rússia

Junto com o apoio da inteligência, os EUA teriam proposto o redirecionamento de helicópteros e outros equipamentos retirados do Afeganistão para os ucranianos

(Foto: Reuters)


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Sputnik - O Pentágono está considerando fornecer à Ucrânia informações de inteligência militar, incluindo dados em tempo real que permitiriam aos militares ucranianos responder rapidamente a uma potencial invasão russa, mas que também acarretam o risco de um primeiro ataque preventivo por Kiev, escreve o New York Times.

As fontes do jornal dizem que os dados incluíriam informações em tempo real, tais como imagens de tropas russas "se movendo através da fronteira", que o NYT afirma "poderiam permitir aos militares ucranianos evitarem um ataque" se esses dados forem compartilhados a tempo.

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Um dos interlocutores disse que as agências de inteligência dos EUA já estão fornecendo à Ucrânia mais dados do que antes da suposta "concentração de tropas russas" na fronteira, que as autoridades e a mídia ocidentais têm estado a relatar ao longo dos últimos meses.

Fontes do NYT admitiram que as autoridades americanas têm dúvidas acerca da questão de fornecer dados de inteligência a Kiev devido ao perigo de a Ucrânia poder realizar primeiro um ataque contra a Rússia.

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"A primeira coisa que podemos fazer é [fornecer dados] úteis de inteligência em tempo real que digam: os russos estão vindo pela berma", disse ao jornal Evelyn Farkas, ex-secretária assistente de Defesa da era Obama. "Dizemos isso a eles, e eles usam isso para atacar os russos", acrescentou.

Junto com o apoio da inteligência, fontes dizem que Washington propôs o redirecionamento de helicópteros e outros equipamentos retirados do Afeganistão para os ucranianos, e o envio de especialistas adicionais em guerra cibernética ao país do Leste Europeu.

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A Rússia tem repetidamente refutado as alegações de países ocidentais e da Ucrânia de supostas "ações agressivas", dizendo que não tem quaisquer intenções de ameaçar ou invadir qualquer nação.

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