EUA baixam mais sanções contra Rússia por suposta ação na Ucrânia

No mesmo dia em que o presidente Vladimir Putin participou, em Brasília, da reunião dos Brics, o governo dos Estados Unidos anunciou novas restrições à economia da Rússia; setores estratégicos foram atacados pelas sanções: bancos, energia, defesa e petróleo; anúncio se dá quando União Europeia se reúne em Bruxelas com pauta de ampliação do boicote ao país

No mesmo dia em que o presidente Vladimir Putin participou, em Brasília, da reunião dos Brics, o governo dos Estados Unidos anunciou novas restrições à economia da Rússia; setores estratégicos foram atacados pelas sanções: bancos, energia, defesa e petróleo; anúncio se dá quando União Europeia se reúne em Bruxelas com pauta de ampliação do boicote ao país
No mesmo dia em que o presidente Vladimir Putin participou, em Brasília, da reunião dos Brics, o governo dos Estados Unidos anunciou novas restrições à economia da Rússia; setores estratégicos foram atacados pelas sanções: bancos, energia, defesa e petróleo; anúncio se dá quando União Europeia se reúne em Bruxelas com pauta de ampliação do boicote ao país (Foto: Aline Lima)


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247 – Os Estados Unidos ampliaram as sanções econômicas contra a Rússia no mesmo momento em que o presidente Vladimir Putin está no Brasil para o encerramento da VI Cúpula dos Brics, nesta quarta-feira 16, em Brasília. Em Washington, o governo americano anunciou restrições a setores estratégicos da economia o país: bancos, energia, defesa e petróleo.

Também nesta quarta, em Bruxelas, os países da Comunidade Europeia iniciaram reunião em que irã tratar de novas sanções à economia russa. A alegação para o boicote é a suposta interferência da Rússia a favor de regiões separatistas da Ucrânia. Segundo a agência Reuters, entre as pessoas atingidas pelas restrições - com cortes efetivos do sistema financeiro americano - estão o ministro para os assuntos da Crimeia (região da Ucrânia tomada pela Rússia) e um assessor do presidente Vladimir Putin.

"Há alguns pontos claros que pedimos pata a Rússia resolver e ela não o fez. E foi isso que elevou o risco que a Rússia enfrenta agora ao passo que se relaciona com mais custos econômicos que poderiam ser impostos pela comunidade internacional", disse o porta-voz da Casa Branca Josh Earnest.

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