EUA ameaçam Síria com resposta dura em caso de ataque químico
Apesar da ausência de quaisquer incidentes com armas químicas na Síria, os EUA continuam culpando diretamente o governo sírio por acidentes com esse tipo de armas no território do país árabe; ao chegar a Israel neste Sábado, o assessor de Segurança nacional do governo Trump, John Bolton, fez ameaças ao governo de Bashar Assad
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247, com Sputnik - Apesar da ausência de quaisquer incidentes com armas químicas na Síria, os EUA continuam culpando diretamente o governo sírio por acidentes com esse tipo de armas no território do país árabe.
O anúncio do presidente americano Donald Trump sobre a retirada das tropas dos EUA estacionadas na Síria não afetou o curso geral da política de Washington no país árabe, que continua buscando pretextos para atacar. A mais recente ameaça contra o governo de Bashar Assad foi feita neste sábado (5) pelo assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton.
"Não há absolutamente nenhuma mudança na posição dos EUA contra o uso de armas químicas pelo regime sírio e não há absolutamente nenhuma mudança em nossa posição de que qualquer uso de armas químicas enfrentará uma resposta muito dura, assim como já o fizemos duas vezes antes", declarou Bolton aos jornalistas pouco antes de aterrissar em Tel Aviv, Israel.
Ameaçador, Bolton também lembrou que Washington responsabilizará o presidente sírio, Bashar Assad, por qualquer incidente relacionado a armas químicas.
Os EUA continuam culpando diretamente Damasco por quase todos os incidentes com armas químicas na Síria. Trump bombardeou a Síria em duas ocasiões pelo uso de armas químicas supostamente por parte do governo sírio, em abril de 2017 e abril de 2018. O ataque aéreo no ano passado foi feito com a ajuda de Londres e Paris em resposta ao suposto ataque químico contra a cidade de Duma (Ghouta Oriental), pelo qual o Ocidente acusou o governo de Bashar Assad sem ter nenhuma prova.
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