Estados e cidades dos EUA se rebelam contra Trump no combate às mudanças climáticas

Governadores e prefeitos de diversos Estados e cidades dos Estados Unidos não hesitaram em assumir a liderança da luta contra as mudanças climáticas no país depois que o presidente Donald Trump anunciou que os EUA irão sair do acordo do clima de Paris; autoridades disseram que podem mostrar à comunidade internacional que a nação continua comprometida a cortar as emissões de gases que os cientistas culpam pelo aquecimento global; Trump comunicou sua decisão de desligar os EUA do pacto de Paris argumentando que sua exigência de cortar emissões de dióxido de carbono dos EUA ameaça milhões de empregos e a produtividade

Governadores e prefeitos de diversos Estados e cidades dos Estados Unidos não hesitaram em assumir a liderança da luta contra as mudanças climáticas no país depois que o presidente Donald Trump anunciou que os EUA irão sair do acordo do clima de Paris; autoridades disseram que podem mostrar à comunidade internacional que a nação continua comprometida a cortar as emissões de gases que os cientistas culpam pelo aquecimento global; Trump comunicou sua decisão de desligar os EUA do pacto de Paris argumentando que sua exigência de cortar emissões de dióxido de carbono dos EUA ameaça milhões de empregos e a produtividade
Governadores e prefeitos de diversos Estados e cidades dos Estados Unidos não hesitaram em assumir a liderança da luta contra as mudanças climáticas no país depois que o presidente Donald Trump anunciou que os EUA irão sair do acordo do clima de Paris; autoridades disseram que podem mostrar à comunidade internacional que a nação continua comprometida a cortar as emissões de gases que os cientistas culpam pelo aquecimento global; Trump comunicou sua decisão de desligar os EUA do pacto de Paris argumentando que sua exigência de cortar emissões de dióxido de carbono dos EUA ameaça milhões de empregos e a produtividade (Foto: Paulo Emílio)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Reuters - Governadores e prefeitos de diversos Estados e cidades dos Estados Unidos não hesitaram em assumir a liderança da luta contra as mudanças climáticas no país depois que o presidente Donald Trump anunciou que os EUA irão sair do acordo do clima de Paris.

As autoridades disseram que, coletivamente, podem mostrar à comunidade internacional que a nação continua comprometida a cortar as emissões de gases que os cientistas culpam pelo aquecimento global.

Governadores citaram medidas como o esforço da Califórnia para obter 100 por cento de sua eletricidade de fontes renováveis, os Estados do nordeste que estudam reduzir o consumo máximo permitido de carbono e as medidas em que o Oregon trabalha para estabelecer um preço para o carbono.

continua após o anúncio

"Existe uma rota aqui na qual o resto da América, em reação ao que realmente é uma decisão insana do presidente Trump, adota o tipo de medidas necessárias", disse o governador da Califórnia, Jerry Brown, à Reuters.

Mais Estados podem seguir o exemplo da Califórnia e do vizinho Oregon adotando padrões de combustíveis de baixo carbono, ampliando as exigências de veículos com emissão zero e possivelmente fundindo medidas anticarbono como impostos, tetos e comércio, disseram os governadores e analistas.

continua após o anúncio

"Existe a possibilidade de que, com o tempo, os Estados possam aumentar os mercados de comércio de emissões e fundi-los, inclusive através de fronteiras nacionais, como aconteceu no Québec e na Califórnia", disse o governador de Washington, Jay Inslee, em entrevista à Reuters, referindo-se aos sistemas de comércio de carbono regionais já em vigor no nordeste e no oeste.

Inslee, Brown e Andrew Cuomo, governador de Nova York, anunciaram a criação de uma "aliança climática" de Estados comprometidos com as metas do acordo de Paris.

continua após o anúncio

Trump comunicou sua decisão de desligar os EUA do pacto de Paris argumentando que sua exigência de cortar emissões de dióxido de carbono dos EUA ameaça milhões de empregos e a produtividade. Ele ainda disse que irá iniciar um processo que pode levar quatro anos para romper com o acordo, que foi assinado por quase todos os outros países da Terra.

O presidente mencionou o declínio dos empregos na indústria de carvão como exemplo de seu temor de que o compromisso climático esteja prejudicando os trabalhadores norte-americanos, mas críticos de seu gesto ressaltaram que as indústrias de energia renovável, especialmente a solar, estão criando centenas de milhares de vagas -- muitas mais do que as atualmente existente no setor carvoeiro.

continua após o anúncio

Brown está indo para a China nesta sexta-feira para chefiar uma conferência de Estados e outros participantes "subnacionais" que estão assumindo compromissos voluntários para reduzir os gases de efeito estufa.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247