Espionagem: Big Brother Obama admite "passo atrás"

Presidente dos Estados Unidos disse não estar a par das espionagens reveladas em denúncias na imprensa brasileira, mas afirmou que trabalhará em conjunto com os presidentes do Brasil e do México para informá-los sobre o que ocorreu; "Disse à presidente Rousseff e ao presidente Peña Nieto que vamos tomar as medidas para investigar o que se passou e analisar essas acusações", declarou Obama, em coletiva a jornalistas em São Petesburgo; ele cogitou dar um passo atrás para analisar atual modelo de emprego da tecnologia na arapongagem

Presidente dos Estados Unidos disse não estar a par das espionagens reveladas em denúncias na imprensa brasileira, mas afirmou que trabalhará em conjunto com os presidentes do Brasil e do México para informá-los sobre o que ocorreu; "Disse à presidente Rousseff e ao presidente Peña Nieto que vamos tomar as medidas para investigar o que se passou e analisar essas acusações", declarou Obama, em coletiva a jornalistas em São Petesburgo; ele cogitou dar um passo atrás para analisar atual modelo de emprego da tecnologia na arapongagem
Presidente dos Estados Unidos disse não estar a par das espionagens reveladas em denúncias na imprensa brasileira, mas afirmou que trabalhará em conjunto com os presidentes do Brasil e do México para informá-los sobre o que ocorreu; "Disse à presidente Rousseff e ao presidente Peña Nieto que vamos tomar as medidas para investigar o que se passou e analisar essas acusações", declarou Obama, em coletiva a jornalistas em São Petesburgo; ele cogitou dar um passo atrás para analisar atual modelo de emprego da tecnologia na arapongagem (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que leva "muito a sério" as denúncias de espionagem do governo norte-americano aos presidentes do Brasil e do México. Em coletiva de imprensa após reunião da cúpula do G20, nesta sexta-feira, ele também disse entender a preocupação de Dilma Rousseff e de Enrique Piña Nieto e afirmou que declarou a eles que irá investigar o caso.

"Disse à presidente Rousseff e ao presidente Peña Nieto que vamos tomar as medidas para investigar o que se passou e analisar essas acusações", declarou Obama, em São Petesburgo, na Rússia. "Levo estas acusações muito a sério", continuou. Obama disse não estar a par das acusações e garantiu que irá se informar e trabalhar junto aos presidentes dos dois países.

Denúncia do programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo, revelou que agências de espionagem norte-americanas investigaram e-mails e telefones de Dilma Rousseff e de seus assessores diretos, além dos meios de comunicação de Piña Nieto. Ao chegar em São Petesburgo, na quinta-feira, Obama disse que essas operações só miram "áreas de preocupação" dos Estados Unidos.

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Obama também elogiou o Brasil no G20, especificamente sobre a maneira como o País fez a transição do autoritarismo para a democracia. "Há um motivo porque eu fui para o Brasil e há um motivo porque eu convidei Rousseff para vir aqui", afirmou.

Abaixo  notícia da Agência Brasil a respeito e vídeo da entrevista do presidente dos EUA em São Petesburgo:

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Obama admite rever procedimentos da NSA ao falar sobre espionagem ao Brasil

Pedro Peduzzi e Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

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Brasília - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse hoje (6) que os interesses do seu país com México e Brasil são maiores do que a questão da espionagem, e que não “assina embaixo de tudo que os jornais dizem” a respeito do assunto. Sobre atuação da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês), Obama cogitou dar "um passo atrás" para analisar a forma como as tecnologias têm sido usadas.

Obama ressaltou que “há uma gama de interesses” nas relações envolvendo os EUA e os dois países que, segundo denúncias veiculadas na imprensa, foram espionados. “Especificamente sobre Brasil e México, temos de analisar as alegações. Não assino embaixo de tudo que os jornais dizem. Levo as alegações muito a sério, entendo as alegações de mexicanos e do povo brasileiro, e vamos trabalhar para ver onde está a fonte de tensão”, disse hoje (6), durante coletiva de imprensa em São Petersburgo, na Rússia, onde ocorre a 8ª Cúpula do G20, reunindo as maiores economias mundiais.

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“A razão pela qual fui ao Brasil é que esse é um país importante e com história de sucesso na transição da ditadura para a democracia, além de ser uma das economias mais dinâmicas do mundo”, argumentou o presidente dos EUA.

Sobre a atuação da NSA, envolvida na espionagem ao Brasil e México, Obama disse caber à agência "buscar informações que não estão em fontes públicas", e que essa prática é similar ao que países mundo afora fazem por meio dos seus serviços de inteligência. “A verdade é que somos maiores e temos melhor capacidade”, emendou.

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"Com a tecnologia mudando tão rapidamente, e as capacidades aumentando ainda mais, é importante que a gente dê um passo atrás e analise o que estamos fazendo, porque, só porque podemos conseguir as informações, não quer dizer que tenhamos que acessá-las. Pode ter aí uma relação custo-benefício que temos que pesar", completou o presidente norte-americano.

Ele considerou a possibilidade de a NSA fazer análises "camada a camada", para identificar o que, posteriormente, pode ser analisado de forma mais aprofundada.

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Edição: Davi Oliveira

 

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