Equipe de Trump contesta a validade de 220 mil votos no Wisconsin

Ação movida nesta terça-feira (1) pode mudar o resultado da eleição no estado, onde Biden venceu por uma diferença de cerca de 20 mil votos

O genro e conselheiro do presidente dos EUA Donald Trump, Jared Kushner, cobrou da direção da Time Warner, dona da CNN, a demissão de 20% dos funcionários da emissora pela cobertura "incorreta" das eleições presidenciais norte-americanas de 2016, informou o The Wall Street Journal, citando fontes anônimas
O genro e conselheiro do presidente dos EUA Donald Trump, Jared Kushner, cobrou da direção da Time Warner, dona da CNN, a demissão de 20% dos funcionários da emissora pela cobertura "incorreta" das eleições presidenciais norte-americanas de 2016, informou o The Wall Street Journal, citando fontes anônimas (Foto: REUTERS/Lucas Jackson)


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Sputnik - A equipe jurídica do presidente dos EUA, Donald Trump, entrou com uma ação judicial nesta terça-feira (1) para contestar os resultados da eleição presidencial no estado do Wisconsin

O processo, segundo a equipe de Trump, contesta os resultados com base em quatro violações no procedimento de contagem de voto. A principal alegação é a de fraude na votação por correspondência.

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"A campanha de reeleição do presidente Donald J. Trump moveu uma ação na Suprema Corte de Wisconsin após a recontagem solicitada pela campanha para descobrir fraudes e abusos que alteraram irrefutavelmente o resultado dessas eleições", disse o comunicado da equipe do presiente norte-americano.

A ação contesta a validade de cerca de 220.000 cédulas de votantes ausentes, alegando que elas podem ter sido ilegalmente preenchidas. Se a Suprema Corte de Wisconsin descartar estes votos, Trump poderia vencer a eleição no estado, uma vez que Biden atualmente tem a vitória com uma margem de 1% – ou cerca de 20.000 votos.

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Nesta segunda-feira (30), os estados do Arizona e do Wisconsin oficializaram a vitória de Joe Biden, candidato democrata à presidência dos EUA, em seus respectivos processos eleitorais.

Enquanto Joe Biden faz nomeações para sua equipe de governo, Trump se recusa a aceitar o resultado da votação, alegando repetidas vezes que houve "fraudes" na eleições.

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