Entrada de Argentina e Romênia antes do Brasil já estava nos planos da OCDE desde maio
A defesa era feita pelo diretor-geral da OCDE, Ángel Gurría, que informou na ocasião que o ‘Plano Gurría’ previa o aval da Argentina primeiro e, em setembro, o da Romênia. Só então no fim deste ano ou do próximo seria o do Brasil
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247 - Ao se aproximar de forma subalterna ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, Jair Bolsonaro esperou que tivesse uma atençõa especial e algum tipo de privilégio, mas não foi o que aconteceu.
Nesta quinta-feira 10, a notícia de que os EUA desistiram de apoiar o Brasil na entrada da Organização de Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) comprovou que o amor de Bolsonaro em relação a Trump é platônico, sem contrapartidas.
Declarações anteriores do diretor-geral da OCDE, Ángel Gurría, no entanto, comprovam que a inserção no grupo das economias ricas de Argentina e Romênia antes do Brasil já era algo defendido desde maio pela Organização.
O ‘Plano Gurría’ previa o atendimento do pleito da Argentina ainda durante o verão do Hemisfério Norte e em seguida, em setembro, da Romênia. Só então no final do ano ou início de 2020 seria a vez do Brasil.
Enquanto isso, o Brasil governado por Bolsonaro ofereceu a Trump a entrega da plataforma de lançamento de foguetes de Alcântara, no Nordeste do país, viagens sem visto para turistas dos EUA e cooperação na Venezuela.
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