Em visita à China, Mourão diz que gigante asiático é motor da economia mundial
O vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, prossegue sua visita oficial na China, iniciada no dia 19 de maio; a edição on line do jornal Diário do Povo, do Partido Comunista da China, destaca a notícia em sua página principal, ressaltando as declarações de Mourão sobre a COSBAN (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação) e sua opinião sobre o papel preponderante da economia chinesa no mundo
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247 - O vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, prossegue sua visita oficial na China, iniciada no dia 19 de maio.A edição on line do jornal Diário do Povo, do Partido Comunista da China, destaca a notícia em sua página principal, ressaltando as declarações de Mourão sobre a COSBAN (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação) e sua opinião sobre o papel preponderante da economia chinesa no mundo
"Segundo ele, o objetivo é que a COSBAN possa ser mais eficiente, e oferecer uma normalização no relacionamento já existente entre o Brasil e a China, especialmente considerando que governadores e ministérios brasileiros visitam constantemente o país asiático. A proposta defende maior controle, para que não se perca a coordenação ecônomica".
Mourão acrescenta que esta é uma oportunidade para o Brasil dialogar com autoridades chinesas em Xangai e Pequim e simultaneamente promover o diálogo entre os dois países.
Mourão disse que o Brasil permanecerá equidistante sobre a fricção comercial com os Estados Unidos, mantendo a expectativa de que os efeitos dessa disputa possam ser minorados. O general acredita que esta fricção não terá consequências positivas para o mundo como um todo, pois o mesmo depende da China como motor da economia mundial.
Mourão enaltece que a China atualmente "produz um terço do PIB mundial, é o país mais industrializado, é um grande comprador no mercado, além de ser um mercado fantástico".
O Brasil precisa, portanto, nas palavras do vice-presidente, fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que essa disputa mantenha-se apenas como uma mera negociação entre os dois países. Mourão acrescenta que a mesma não atingiu o Brasil, e, por isso, sua vinda à China terá como objetivo apenas a negociação de questões bilaterais entre o Brasil e a China.
O Brasil acompanha com expectativa o desenvolvimento da iniciativa "Um Cinturão, Uma Rota". Mourão afirmou que o país está aberto a acordos no âmbito da iniciativa chinesa e disse que o Brasil está receptivo a investimentos de infra-estrutura.
Sobre especulações acerca da possível renúncia do presidente Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão disse com naturalidade que a angústia de governar um país tão plural como o Brasil é "inevitável", e que o presidente apenas compartilhou essa mesma angústia nas redes sociais., informa o Diário do Povo
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