Em meio à crise, Macri agradece ao "amigo" Trump o apoio à sua gestão
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem reconheceu como "amigo", o "apoio e afeto" demonstrado à sua política econômica, no momento em que o país sul-americano negocia um acordo financeiro com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e enfrenta protestos resultantes de sua política neoliberal; "Obrigado, meu amigo, presidente Donald Trump, pelo seu apoio e para a Argentina. Valorizamos muito!", escreveu Macri no Twitter
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Agência Brasil - O presidente da Argentina, Mauricio Macri, agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem reconheceu como "amigo", o "apoio e afeto" demonstrado à sua política econômica, no momento em que o país sul-americano negocia um acordo financeiro com o Fundo Monetário Internacional (FMI). "Obrigado, meu amigo, presidente Donald Trump, pelo seu apoio e para a Argentina. Valorizamos muito!", escreveu Macri no Twitter.
Essas expressões foram dadas minutos depois que Trump respaldasse, na mesma rede social, a gestão do colega argentino. "Grande conversa com o meu amigo, o presidente Mauricio Macri, da Argentina, esta semana. Ele está fazendo um bom trabalho para a Argentina. Apoio sua visão para transformar a economia do país e libertar seu potencial!", disse o republicano.
Os dois líderes, que se conhecem há anos como empresários, conversaram na última segunda-feira (14) por telefone e, naquele momento, Trump ratificou o apoio de Macri nas conversas com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Além disso, o líder argentino "compartilhou com o colega americano o desafio da Argentina de reduzir o déficit fiscal".
Na conversa também foram debatidos outros temas da agenda global, como o Grupo dos 20 (G20) - presidido neste ano pela Argentina -, a Coreia do Norte e a situação da Venezuela. No final do mês passado, o peso argentino começou a se depreciar abruptamente em relação ao dólar, como consequência, principalmente, da fuga de capital estrangeiro dos mercados emergentes para os Estados Unidos, devido ao aumento das taxas naquele país.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247