Em artigo, Mauro Vieira diz que Brasil não tem pretensão de oferecer "solução pronta" para o conflito na Ucrânia
Chanceler reiterou condenação à Rússia pelo conflito na Ucrânia e defendeu conversações com outros países interessados na paz
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247 - Em artigo publicado no Estadão, o chanceler Mauro Vieira voltou a condenar a Rússia pela guerra em curso na Ucrânia, afirmando que a invasão em 24 de fevereiro do ano passado "deu início à guerra".
"Como ponto de partida, é inequívoca a condenação da invasão russa e da violação territorial de um Estado soberano, a Ucrânia", escreveu o ministro. "Mas, um ano depois, a compreensão do governo brasileiro é a de que, em meio ao coro mais estridente, e de vozes poderosas, focadas na guerra e na sua forte dimensão geopolítica, chegou a hora de também dar voz aos que querem falar em caminhos para a construção da paz", afirmou.
Vieira disse que Brasília não tem a "pretensão de apresentar uma solução pronta. Chega, sim, para ouvir e dialogar com os países e blocos dispostos a explorar o caminho do entendimento”.
Também defendeu o voto pela resolução pró-Ucrânia na ONU: "Nossa atuação na deliberação sobre a mais recente resolução da Assembleia Geral da ONU sobre a guerra foi nesse sentido, o de conclamar as partes a cessarem hostilidades, termo que aparece pela primeira vez nos debates, por sugestão do Brasil".
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