Em abaixo-assinado, intelectuais latino-americanos se opõem a golpe na Venezuela
"Ao reconhecer o presidente da Assembléia Nacional, Juan Guaidó, como novo presidente da Venezuela, algo ilegal segundo a Carta da OEA, o governo de Donald Trump acelerou a crise política na Venezuela na esperança de dividir as forças armadas venezuelanas e polarizar ainda mais a população, forçando-as a escolher lados", denunciou um grupo 70 de intelectuais em uma carta aberta
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247 - Um grupo de 70 intelectuais, historiadores e especialistas em política latino-americana exigiu, em termos severos, que o governo dos EUA não interfira na política interna venezuelana e apoie um diálogo entre o chavismo e o anti-chavismo.
"Ao reconhecer o presidente da Assembléia Nacional, Juan Guaidó, como novo presidente da Venezuela, algo ilegal segundo a Carta da OEA, o governo de Donald Trump acelerou a crise política na Venezuela na esperança de dividir as forças armadas venezuelanas e polarizar ainda mais a população, forçando-as a escolher lados ", denunciou nesta quinta-feira (24) oite o grupo de intelectuais em uma carta aberta.
Os signatários, incluindo o filósofo e ativista Noam Chomsky e o relator independente da ONU Alfred de Zayas, afirmam que o reconhecimento de Guaidó como o legítimo governante da Venezuela em detrimento do presidente Nicolás Maduro por parte dos Estados Unidos e seus aliados agravará a situação naquele país e gerará "sofrimento humano desnecessário, violência e instabilidade".
Veja a íntegra no jornal argentino Página 12
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