Em 2003, Colin Powell admitiu que informações falsas prestadas à ONU eram "mancha" em seu currículo
O ex-secretário de Estado dos EUA Collin Powell, 84 anos, que faleceu vítima de Covid-19, chegou a admitir que foi "uma mancha" em seu currículo um discurso na ONU usando informações falsas para convencer os norte-americanos e outros países de que era necessário invadir o Iraque
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247 - O ex-secretário de Estado dos Estados Unidos Collin Powell, 84 anos, que faleceu vítima de Covid-19, teve a sua reputação abalada durante seu mandato como primeiro secretário de Estado da administração de George Bush. Ele chegou a admitir que foi "uma mancha" em seu currículo um discurso no Conselho de Segurança das Nações Unidas usando informações duvidosas de inteligência ao manifestar apoio para a guerra do Iraque, em fevereiro de 2003.
Primeiro assessor de segurança nacional negro durante o final da presidência de Ronald Reagan (1981-1989), o ex-secretário foi um dos responsáveis por moldar a política externa americana nos últimos anos do século 20 até o início do século 21.
Inicialmente, era contrário à invasão do Iraque, porém mudou de ideia em fevereiro de 2003. No discurso na ONU, ele afirmou que, de acordo com investigações dos serviços de inteligência dos EUA, o regime iraquiano tinha armas de destruição em massa, e era necessário acabar com isso.
O então secretário convenceu políticos norte-americanos da necessidade de invadir o Iraque, mas o país do Oriente Médio não as armas de destruição citadas por Powell.
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