Eleições: Venezuela retira credenciais de ex-presidentes

O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) retirou as credenciais de "acompanhantes políticos" das eleições dos ex-presidentes da Colômbia Andrés Pastrana, do Uruguai Luis Alberto Lacalle, da Bolívia Jorge Quiroga, e da Costa Rica Miguel angel Rodriguez, convidados pela coalizão de oposição Mesa da Unidade de Democrática (MUD), por terem feito questionamentos ao processo eleitoral do país; a presidente do CNE, Tibisay Lucena (foto), afirmou que os três violaram a legislação eleitoral ao concederem entrevista coletiva da MUD; os ex-presidentes questionaram supostas vantagens governistas no pleito; a dirigente nega

O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) retirou as credenciais de "acompanhantes políticos" das eleições dos ex-presidentes da Colômbia Andrés Pastrana, do Uruguai Luis Alberto Lacalle, da Bolívia Jorge Quiroga, e da Costa Rica Miguel angel Rodriguez, convidados pela coalizão de oposição Mesa da Unidade de Democrática (MUD), por terem feito questionamentos ao processo eleitoral do país; a presidente do CNE, Tibisay Lucena (foto), afirmou que os três violaram a legislação eleitoral ao concederem entrevista coletiva da MUD; os ex-presidentes questionaram supostas vantagens governistas no pleito; a dirigente nega
O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) retirou as credenciais de "acompanhantes políticos" das eleições dos ex-presidentes da Colômbia Andrés Pastrana, do Uruguai Luis Alberto Lacalle, da Bolívia Jorge Quiroga, e da Costa Rica Miguel angel Rodriguez, convidados pela coalizão de oposição Mesa da Unidade de Democrática (MUD), por terem feito questionamentos ao processo eleitoral do país; a presidente do CNE, Tibisay Lucena (foto), afirmou que os três violaram a legislação eleitoral ao concederem entrevista coletiva da MUD; os ex-presidentes questionaram supostas vantagens governistas no pleito; a dirigente nega (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) retirou neste domingo (6) as credenciais de "acompanhantes políticos" das eleições dos ex-presidentes da Colômbia Andrés Pastrana, do Uruguai Luis Alberto Lacalle, da Bolívia Jorge Quiroga, e da Costa Rica Miguel angel Rodriguez, convidados pela coalizão de oposição Mesa da Unidade de Democrática (MUD), por terem feito questionamentos ao processo eleitoral do país.

A presidente do CNE, Tibisay Lucena, afirmou que os três violaram a legislação eleitoral ao concederem entrevista coletiva da MUD. Os ex-presidentes, que questionaram a "vantagens" governistas no pleito. A dirigente nega.

O presidente do Fórum Penal Venezuelano, Alfredo Romero, afirmou ao jornal "El Nacional" que nenhum dos 76 presos políticos do país foi autorizado a votar, embora o direito esteja previsto na Constituição. Segundo ele, é o caso do líder oposicionista Leopoldo López, que ainda não foi condenado definitivamente, mas ainda assim não conseguiu votar.

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Quase 20 milhões de venezuelanos foram convocados às urnas para escolher os 167 membros da Assembleia. Escassez de produtos básicos como alimentos e remédios, e com uma das piores inflações do mundo, estão entre os fatores que favorecem os oposicionistas. 

Pela primeira vez, desde que Hugo Cháves assumiu o poder, em 1999, a oposição tem chances reais de uma de vitória na Assembleia. De acordo com pesquisa divulgada em novembro pelo instituto Datanalisis, 63,2% dos eleitores têm intenção de votar na oposição, enquanto 28,2% devem escolher os candidatos do governo.

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