Eleições presidenciais no Peru são disputadas neste domingo entre esquerda e extrema direita

O Peru vai às urnas neste domingo para decidir quem ocupará a presidência da República nos próximos cinco anos. A disputa é entre Pedro Castilho, da esquerda, e a direitista Keiko Fujimori, filha do ex-ditador Alberto Fujimori

Pedro Castillo e Keiko Fujimori
Pedro Castillo e Keiko Fujimori (Foto: Opera Mundi)


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247 - O Peru decide neste domingo (6) as eleições presidenciais. As campanhas foram encerradas em meio a temores de fraude. As autoridades eleitorais conclamam os candidatos, partidos e eleitores a respeitar e cumprir seus deveres de cidadãos em paz.

A campanha eleitoral em Lima foi encerrada com restrições devido à Covid-19, não podendo realizar atos com multidões na Praça San Martin, em pleno centro da capital. 

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O candidato do partido Livre Peru, Pedro Castillo, conta com o apoio de amplas forças da esquerda e a simpatia de forças progressistas de fora do país. Na América Latina há a expectativa de retorno a um ciclo progressista. Caso vitorioso, Padro Castillo se somaria aos governos de Argentina, México, Bolívia, Nicarágua, Venezuela e Cuba na luta para que a região retome um ciclo virtuoso de democracia, soberania e progresso social. 

Sua adversária, Keiko Fujimori, defende posições de extrema direita e a reedição do governo de direita de seu pai, Alberto Fujimori, que se encontra preso. 

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A campanha eleitoral do segundo turno foi marcada por um número infinito de mensagens difamatórias e indícios de fraude, principalmente de grupos extremistas, informa a Telesul.

Esses grupos implementaram nas redes sociais e na mídia local as comparações distorcidas entre a política peruana e outros governos da região e do mundo.

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Tais ações foram denunciadas recentemente pelo partido Peru Libre, de Castillo, que apontou diretamente a mídia como participante de uma ação de possíveis golpes à democracia no país.

O presidente do Júri Eleitoral Nacional (JNE), Jorge Luis Salas Arenas, prestou declarações a uma mídia em que refutou os rumores de uma suposta fraude eleitoral, que considera uma ação fatal que visa semear dúvidas sobre os resultados.

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“É uma fantasia séria falar de fraude neste momento e é prejudicar a democracia, é semear dúvidas com o intuito de reconhecer os resultados” Arenas.

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