Eleições: Peru pode dar guinada à direita

Com eleições marcadas para abril, os peruanos caminham para empurrar o país rumo à direita, uma onda que tem se espalhado pela América Latina; segundo pesquisa publicada na semana passada, a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, Keiko Fujimori, lidera com 33% das intenções de votos; seguida pelo ex-ministro de economia Pedro Pablo Kuczynski, que tem 16%, e pelo empresário Cesar Acuña, com 13%

Com eleições marcadas para abril, os peruanos caminham para empurrar o país rumo à direita, uma onda que tem se espalhado pela América Latina; segundo pesquisa publicada na semana passada, a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, Keiko Fujimori, lidera com 33% das intenções de votos; seguida pelo ex-ministro de economia Pedro Pablo Kuczynski, que tem 16%, e pelo empresário Cesar Acuña, com 13%
Com eleições marcadas para abril, os peruanos caminham para empurrar o país rumo à direita, uma onda que tem se espalhado pela América Latina; segundo pesquisa publicada na semana passada, a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, Keiko Fujimori, lidera com 33% das intenções de votos; seguida pelo ex-ministro de economia Pedro Pablo Kuczynski, que tem 16%, e pelo empresário Cesar Acuña, com 13% (Foto: Voney Malta)


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247 – Os peruanos vão às urnas para eleger, em abril, o seu novo presidente. E tudo indica que o sucessor do nacionalista de esquerda, agora de centro, Ollanta Humala, dará ao país uma guinada à direita, uma tendência que tem se consolidado na América Latina.

É que os três principais candidatos são claramente identificados com a direita. Segundo pesquisa publicada na semana passada – instituto Ipsos – a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, Keiko Fujimori, lidera com 33% das intenções de votos.

Ela é seguida pelo ex-ministro de economia Pedro Pablo Kuczynski, que tem 16%, e pelo empresário Cesar Acuña, com 13%. Caso nenhum dos candidatos chegue a 50% haverá segundo turno.

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No final de 2015, a Argentina elegeu para a presidência o liberal da direita Mauricio Macri ao invés do sucessor lançado pela ex-presidente Cristina Kirchner. Na Venezuela, o presidente Nicolás Maduro foi derrotado pela oposição nas eleições parlamentares.

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