EI suspeito de traficar órgãos humanos

O grupo extremista Estado Islâmico sancionou a extração de órgãos humanos numa decisão dos estudiosos religiosos do grupo; decisão, diz que tirar órgãos de prisioneiros vivos para salvar uma vida muçulmana, mesmo se isso for mortal para o preso, é admissível; temor é que o EI possa estar traficando partes do corpo humano; "A vida e os órgãos do apóstata não têm que ser respeitadas e podem ser tirados com impunidade", diz o texto; documento, porém,  não oferece nenhuma prova de que o Estado Islâmico pratica de fato a coleta ou o tráfico de órgãos

O grupo extremista Estado Islâmico sancionou a extração de órgãos humanos numa decisão dos estudiosos religiosos do grupo; decisão, diz que tirar órgãos de prisioneiros vivos para salvar uma vida muçulmana, mesmo se isso for mortal para o preso, é admissível; temor é que o EI possa estar traficando partes do corpo humano; "A vida e os órgãos do apóstata não têm que ser respeitadas e podem ser tirados com impunidade", diz o texto; documento, porém,  não oferece nenhuma prova de que o Estado Islâmico pratica de fato a coleta ou o tráfico de órgãos
O grupo extremista Estado Islâmico sancionou a extração de órgãos humanos numa decisão dos estudiosos religiosos do grupo; decisão, diz que tirar órgãos de prisioneiros vivos para salvar uma vida muçulmana, mesmo se isso for mortal para o preso, é admissível; temor é que o EI possa estar traficando partes do corpo humano; "A vida e os órgãos do apóstata não têm que ser respeitadas e podem ser tirados com impunidade", diz o texto; documento, porém,  não oferece nenhuma prova de que o Estado Islâmico pratica de fato a coleta ou o tráfico de órgãos (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters – O Estado Islâmico sancionou a extração de órgãos humanos numa decisão dos estudiosos religiosos do grupo que ainda não havia sido divulgada, provocando temores de que o violento grupo extremista possa estar traficando partes do corpo humano.

A decisão, registrada num documento de 31 de janeiro deste ano visto pela Reuters, diz que tirar órgãos de prisioneiros vivos para salvar uma vida muçulmana, mesmo se isso for mortal para o preso, é admissível.

A Reuters não teve como confirmar de forma independente a autenticidade do documento. Autoridades dos Estados Unidos dizem que ele estava entre outras informações obtidas pelas forças especiais do país durante uma ação no leste da Síria em maio.

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"A vida e os órgãos do apóstata não têm que ser respeitadas e podem ser tirados com impunidade", afirma o documento, que tem a forma de um fatwa, ou decisão religiosa, do Estado Islâmico.

"Órgãos que terminam com a vida do cativo se retirados: a retirada desse tipo não é também proibida", afirma o fatwa número 68, de acordo com a tradução do governo dos EUA.

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O documento não oferece nenhuma prova de que o Estado Islâmico pratica de fato a coleta ou o tráfico de órgãos, mas fornece sanção religiosa para isso. Previamente, o Iraque acusou o grupo de coletar órgãos e traficá-los para obter lucro.

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