Egito tenta negociar fim do conflito em Gaza
Reunião no Egito discute solução para os conflitos entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza; para o presidente egípcio, Abdel Fattah Sissi, proposta do seu país "representa uma possibilidade real" para o fim ao conflito na Faixa de Gaza, devastada por 26 dias de guerra entre o Hamas e Israel
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Da Agência Lusa
Uma reunião no Egito discute uma solução para os conflitos entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza. Para o presidente egípcio, Abdel Fattah Sissi, a proposta egípcia representa uma "possibilidade real" para o fim ao conflito na Faixa de Gaza, devastada por 26 dias de guerra entre o Hamas e Israel.
A iniciativa egípcia, apresentada dias depois do início da ofensiva israelense, previa um cessar-fogo seguido de negociações. Foi aceita por Israel, mas rejeitada pelo Hamas, que exigia como condição prévia o fim do bloqueio em vigor desde 2006, a abertura da fronteira com o Egito e a libertação de prisioneiros por Israel.
Apesar do fracasso de uma trégua humanitária, de 72 horas, na sexta-feira, o Egito assegurou que mantém o convite às delegações palestina e israelense para negociações tendo em vista um cessar-fogo.
"A iniciativa egípcia é uma possibilidade real para pôr fim à crise e ao banho de sangue na Faixa de Gaza", afirmou Sissi. Uma delegação palestina é esperada hoje (2) no Cairo para novas negociações com o objetivo de estabelecer uma trégua entre o Hamas e Israel.
Sissi destacou que "o tempo urge". Mais de 1.600 palestinos civis já morreram desde o início da ofensiva de Israel na Faixa de Gaza.
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, assegurou que uma delegação composta por membros do Fatah, bem como do Hamas e da Jihad Islâmica, estarão hoje no Cairo, "quaisquer que fossem as circunstâncias" para negociações.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247