Egito prorroga estado de emergência até novembro

Em julho, o presidente Mohamed Mursi foi destituído do poder pelas Forças Armadas e substituído por Adly Mansour; desde então, as manifestações nas cidades egípcias aumentaram, assim como a violência 

Em julho, o presidente Mohamed Mursi foi destituído do poder pelas Forças Armadas e substituído por Adly Mansour; desde então, as manifestações nas cidades egípcias aumentaram, assim como a violência 
Em julho, o presidente Mohamed Mursi foi destituído do poder pelas Forças Armadas e substituído por Adly Mansour; desde então, as manifestações nas cidades egípcias aumentaram, assim como a violência  (Foto: Roberta Namour)


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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O governo interino do Egito prorrogou por mais dois meses o estado de emergência. Na prática, a medida se estenderá até o fim de novembro. O estado de emergência está em vigência no país há um mês e meio. Em julho, o presidente Mohamed Mursi foi destituído do poder pelas Forças Armadas e substituído por Adly Mansour. As manifestações nas cidades egípcias aumentaram e a violência também.

O estado de emergência foi decretado em 14 de agosto, no mesmo dia em que o Exército reagiu a dois protestos de simpatizantes de Mursi, no Cairo, deixando mortos e feridos. As manifestações de simpatizantes e contrários do antigo governo se tornaram frequentes no país, gerando reações do governo.

Mursi é mantido preso em lugar incerto e não revelado, nos arredores de Damasco, capital síria, sob supervisão dos militares. Religiosos e políticos ligados à Irmandade Muçulmana, que apoia Mursi, foram detidos e serão levados a julgamento. O atual governo pretende proibir a ação do movimento.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

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