Egito debate destino de Irmandade Mulçumana

Vice-primeiro-ministro irá propor uma maneira de acabar com o confronto sangrento entre as forças de segurança e a Irmandade Muçulmana; o liberal Ziad Bahaa el-Din exige o fim imediato do estado de emergência, a participação política de todos os partidos e garantias dos direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de reunião

Vice-primeiro-ministro irá propor uma maneira de acabar com o confronto sangrento entre as forças de segurança e a Irmandade Muçulmana; o liberal Ziad Bahaa el-Din exige o fim imediato do estado de emergência, a participação política de todos os partidos e garantias dos direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de reunião
Vice-primeiro-ministro irá propor uma maneira de acabar com o confronto sangrento entre as forças de segurança e a Irmandade Muçulmana; o liberal Ziad Bahaa el-Din exige o fim imediato do estado de emergência, a participação política de todos os partidos e garantias dos direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de reunião (Foto: Gisele Federicce)


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CAIRO, 18 Ago (Reuters) - O vice-primeiro-ministro do Egito, Ziad Bahaa el-Din, irá propor uma maneira de acabar com o confronto sangrento entre as forças de segurança e a Irmandade Muçulmana, que apoia o presidente deposto Mohamed Mursi, neste domingo, quando o gabinete irá discutir a crise.

Mas suas ideias parecem ir contra a sugestão do primeiro-ministro para dissolver a organização islâmica.

As autoridades declararam estado de emergência, após centenas de pessoas terem sido mortas em ataques na quarta-feira em dois protestos no Cairo para exigir a reintegração de Mursi.

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A proposta do vice-primeiro-ministro, um liberal, exige o fim imediato do estado de emergência, a participação política de todos os partidos e garantias dos direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de reunião.

A Irmandade informou que vai manter os protestos em massa até Mursi, derrubado pelo exército em 3 de julho depois de enormes manifestações contra ele, ser libertado da prisão e voltar para o gabinete.

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As frenéticas ruas da capital, excepcionalmente vazias nos últimos dias, voltavam ao normal neste domingo, apesar de o exército manter várias grandes praças fechadas e determinado toque de recolher durante a noite.

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