Economist fala em 'nova guerra fria' e aponta Taiwan como 'ponto de ignição'

Revista britânica sugere que os taiwaneses estejam "prontos para fazer sacrifícios" por sua "liberdade"

(Foto: Reuters | Reprodução)


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247 - Na sua mais recente edição, a revista britânica The Economist, que é conhecida mundialmente por seu prestígio, apresentou na capa uma imagem de tanques anfíbios na região da ilha de Taiwan, acompanhada do título "The struggle for Taiwan: A Special Report on the New Cold War's Flashpoint" (A luta por Taiwan: um relatório especial sobre o novo ponto de ignição da Guerra Fria, em tradução livre).

A reportagem destaca a relevância estratégica da ilha de Taiwan e as supostas ameaças que a chamada República da China enfrenta diante do crescimento da República Popular da China em diversos setores, inclusive o militar.

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Apesar de admitir que nem mesmo os próprios taiwaneses "têm consenso sobre quem são, como se relacionam com a China ou se devem lutar", a Economist sugere que os habitantes da ilha façam "sacrifícios". 

"Taiwan é uma democracia, então seu futuro está nas mãos de seu povo. Mas isso o torna vulnerável à exploração autoritária. A China já está promovendo ideias derrotistas e divisivas na mídia taiwanesa. Cabe aos taiwaneses se unirem contra eles. Eles devem decidir quem são, em que acreditam, se vão lutar e quanto isso pode custar. Eles devem valorizar suas liberdades o suficiente para estarem prontos para fazer sacrifícios por elas. Essa é uma mensagem politicamente difícil, embora não inteiramente nova. Afinal, a liberdade de que desfrutam agora também teve um preço", escreve a revista.

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Segundo o artigo, a posição do presidente chinês, Xi Jinping, em relação à reunificação com Taiwan tem se tornado mais firme e é vista como uma questão de "grandeza nacional". A matéria aponta as incursões militares chinesas no espaço aéreo de Taiwan como um sinal da postura mais agressiva do país comunista. Além disso, a reportagem destaca a importância econômica da ilha, especialmente no setor tecnológico, e adverte sobre o impacto que um conflito entre China e Taiwan teria não apenas para a ilha, mas para todo o mundo.

"Um conflito sobre Taiwan causaria muito mais danos do que a guerra da Rússia contra a Ucrânia. Taiwan fabrica mais de 60% dos semicondutores do mundo, que alimentam tudo, desde telefones celulares a mísseis guiados, e 90% do tipo mais avançado. O Rhodium Group, um grupo de pesquisa, estima que um bloqueio chinês a Taiwan poderia custar à economia mundial mais de US$ 2 trilhões", diz a reportagem. 

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(Artigo escrito com apoio de inteligência artificial).

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